3º ENCONTRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
 Vai realizar-se na próxima 6ª feira e sábado, dias 25 e 26, na Casa do Oeste o 3º ENCONTRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA .

TEMA: O DESAFIO DA SUSTENTABILIDADE

         ... ver e ouvir experiências e iniciativas do terreno,

         … aprofundar práticas e sugestões, comprometermo-nos a agir.

        O modelo dominante não é sustentável, nem inclusivo. Temos de

        gerar alternativas de transformação pessoal, grupal comunitária…

 PROGRAMA:

Sexta-feira . 25 de Maio – visita a Vale da Trave (Alcanede) - (15 e 30 às 19)

  • Encontro com Compartes que gerem 400 hectares de terra comunitária, uma floresta exemplar, decidem com auto-estima elevada pelo trabalho que fazem.
      - Reviver o tempo das utopias - Ligação ao território - Interação com as pessoas
  • Jantar e Serão cultural na Casa do Oeste (Ribamar)
 Sábado . 26 de Maio - CASA DO OESTE

 . 9 h/ 9 h e 30. Acolhimento dos Participantes - Apresentação do Programa

 .“Estão no Mapa” - Organizações de Economia Solidária (Listagem de experiências)

 . 10 h - Apresentação de experiências e iniciativas do terreno
 - Redes Colaborativas Glocais e Nanoprodutores. José João (Casa do Sal)
 - Restaurante e Clínica Social Médica Dentária. Constantino Alves (Setúbal)
-. Associação Moradores Ferraria S. João (repovoamento de floresta)
 . 11 e 15 - Eixos de debate em grupos
  • A SUSTENTABILIDADE existe? Onde se encontra? Como é que se lá chega?
  • Há FACTORES que criam sustentabilidade? Quais são os INDICADORES?
. 12h e 15 - Apresentação do trabalhos de grupos. Intervenção de Luciane Lucas *
 . 13h e 15. Almoço
 . 14h e 30 h - Apresentação de experiências e iniciativas do terreno
 - Construir respostas à medida do bairro -  Giorgio (CASA SEIS)
 - Finanças Éticas, factor de sustentabilidade. Rafael Drummond (FESCOOP)
 . 15 e 45 - Eixos de debate em grupos
  • SUSTENTABILIDADE, VALORES E SABERES ENDÓGENOS…Como se conjugam?
  • SUSTENTABILIDADE E CRIAÇÃO DE TRABALHO, é possível.
 . 17h - Apresentação dos trabalhos de grupo.
  -"Economia Solidária, Democracia e Desenvolvimento" . Pedro Hespanha*
      (* Investigadores do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra)
·         Conclusões do Encontro - Mensagem de Compromisso
 
Organização de - Amigos de Aprender, Fundação João XXIII-Casa do Oeste, Cooperativa Terra Chã, Casa do Sal, Centro Comunitário de Desenvolvimento do Landal

INSCRIÇÕES ATÉ 24 MAIO  para o mail: antonio.ludovino@sapo.pt ou  avembpinto@gmail.com
PEDIDO DE INFORMAÇÕES POR MAIL OU MOVEL:  968043211 (A. Ludovino), ou  966274732 (Avelino Pinto).





MISSÃO GUINÉ

3 a 20 de Março 2018

De 3 a 20 de Março de 2018 esteve na Guiné-Bissau mais um grupo de solidários (constituído por 8 elementos entre eles o Jacinto Filipe, Francisco Filipe) com o objetivo de acompanharem os diversos projetos que a Fundação João XXIII -Casa do Oeste tem no país, bem como proceder à entrega de bens e produtos, que estavam armazenados na casa de Bissau,  a outras instituições que também apoiamos na Guiné.
Nos primeiros dias visitámos diversas instituições como as instalações dos Surdos-Mudos, onde verificámos que o autocarro doado pela Mafrense em Fevereiro de 2017 está a cumprir a sua missão e encontra-se em bom estado de conservação. No Infantário de Bambaram deixámos leite em pó para as crianças deficientes ali internadas. Na Casa Emanuel, à Universidade Católica e na Clínica do Bom Samaritano entregámos diversos equipamentos de desporto, foram prometidas armações para a instalação 
elétrica de uma sala de aulas e na Clínica do Bom Samaritano deixámos materiais de enfermagem e medicamentos. Em Nhoma/Nhacra, onde está a irmã Valéria.
Entregámos  diversos materiais de enfermagem, tendo aproveitado essa deslocação para visitar o complexo escolar da Região de Binar e que é apoiado pela ONG "Mães do Mundo", da Drª Olga.
A visita à tabanca de Bissum Naga, de onde o professor Raul Daniel é natural, foi importante para todos nós porque deu-nos a confirmação do abandono a que está sujeita aquela região que tem uma população de cerca de 5.000 pessoas, das quais 1.200 são crianças em idade escolar. O caminho para lá chegarmos, com cerca de 35 Km é de terra batida, mas foram as pessoas que o fizeram e são elas que o têm que conservar; as 
escolas existentes foram elas que as construíram e são elas que pagam aos professores para que os seus filhos possam ter   escola; o posto de primeiros socorros que estão agora a concluir, são elas que o estão a edificar e são elas que compram os medicamentos mais essenciais e  suportarão o salário do enfermeiro a contratar!......Pelo testemunho de solidariedade que manifestaram diante de todos nós, foi-lhes prometido uma palete de cimento para concluírem o piso das três salas do novo infantário  e ainda um pequeno trator destinado ao transporte dos materiais que precisam de aplicar nas obras em construção e dos produtos agrícolas que produzem e que precisam de vender no mercado mais próximo e que fica a mais de 30Km da localidade. Em relação ao novo terreno da Granja de Quinhamel, adquirido e doado à COAGRI pelo falecido Dr.Fernando Cá, e que tem a área aproximada de 27.000m2, está legalizado e já está a ser vedado. Este novo espaço agrícola tem muitos cajueiros e isso representa, no imediato, uma mais-valia importante para as necessidades financeiras da cooperativa.
A outra parte do terreno, mais próxima do mangal, e que o antigo administrador de Quinhamel, Agostinho da Silva diz ter doado ao Fernando Cá, não existem provas legais e está a ser reivindicado por  várias pessoas que se dizem herdeiras e donas desse espaço. Numa primeira abordagem ainda se tentou uma negociação mas o preço pedido é de tal forma exagerado que, de imediato foi posta de parte essa aquisição, até porque como diz o Du, o novo espaço é já bastante grande, o que lhes permite fazer nele novas plantações e diversificar a produção agrícola.
O barco para a ilha de Pecixe continua estacionado na Granja de Quinhamel à espera que a comissão que o irá gerir se constitua. Nesse sentido foram dados passos importantes como, a reunião com o Sr. Bispo de Bissau, a qual contou também com a presença do Du e do Raul Daniel; falámos também com as irmãs de Cija,  com os padres do Blom e com o Batista. Esperemos que as coisas comecem a mexer, mas acreditamos que a mãozinha do Raul  Daniel será imprescindível para o primeiro passo em ordem à constituição da comissão de gestão.

E  para terminar em beleza, no dia do nosso regresso a Portugal, que já ocorreu a 21 de Março de 2018, vieram connosco mais quatro crianças - duas de colo e duas mais crescidinhas - que, ao abrigo da parceria  entre a AIDA e a Fundação João XXIII, vieram para Portugal  a fim de serem tratadas no Hospital  Pediátrico de Coimbra.

 

LOC/Movimento de Trabalhadores Cristãos – Lisboa

COMBATER A PRECARIEDADE E AS DESIGUALDADES: UMA ACÇÃO MILITANTE/TRANSFORMADORA
A LOC-MTC da Diocese de Lisboa, no seguimento da reflexão que tem vindo a fazer nas suas Equipas de Base sobre o tema: “ Encontrar o Evangelho no Mundo do Trabalhopromoveu o Encontro da SOLIDARIEDADE, no Colégio das Doroteias-Campo Grande, em Lisboa, no dia 05 de Maio de 2018, e teve como orador o Dr. Fernando Marques, economista do Gabinete de Estudos da CGTP-IN.
Na sua apresentação o Dr. Fernando Marques deu ênfase ao Trabalho, às desigualdades e às políticas sociais colocando um conjunto de questões, das quais se destacaram, de entre outras, as seguintes:
Quem são os pobres, hoje?; O futuro do trabalho; Como se redistribuem os rendimentos?; Que modelo de sociedade?; Políticas sociais - qual é o seu papel?; O que seria uma sociedade sem Segurança Social, sem Saúde e sem Educação?; O financiamento das políticas sociais; A distribuição dos rendimentos por via dos impostos.
Foram abordadas duas formas de olhar a pobreza: a tradição americana (pobreza absoluta) e a tradição Europeia (pobreza relativa). Constatou-se que há forte relação entre pobreza e mercado de trabalho. A precariedade de emprego com muito elevada rotação apresentou, em 2017, números que apontam para 1 milhão de entradas com novos contratos, mas com 770.000 saídas. Quatro em cada dez, destes novos contratos, são com salário mínimo. Isto coloca problemas de natureza pessoal e económica. Apesar de haver habilitações mais elevadas, não significa que haja melhor emprego. A desvalorização do trabalho e da sua qualidade tem de interpelar-nos. Quem não tem salário não é cidadão de pleno direito.
Que modelo de sociedade preconizamos? O futuro vai depender da forma como se organiza o mundo do trabalho: tempo para o trabalho, tempo para a família, tempo para o lazer, tempo para a cultura, tempo para a formação e para o debate. Estar cada vez mais conectado com o trabalho, crianças e adultos amarrados ao telemóvel (que hoje é um computador) deve fazer-nos reflectir. 
A Organização Internacional do Trabalho comemora 100 anos em 2019. A reflexão em torno do futuro do trabalho tem estado centrada, em demasia, nas mudanças tecnológicas e é necessário ter em vista o objectivo do pleno emprego e do trabalho digno. Novas necessidades surgirão a exemplo da reconversão energética das economias, a passagem das poluentes para as limpas. Outro exemplo é o do envelhecimento das pessoas que gera novas necessidades. Se houver mais tempo livre, mais turismo, gera-se novo emprego. Importa questionar a natureza do emprego criado. Para uma sociedade mais justa e fraterna, o trabalho digno é a resposta.
 A Equipa Diocesana LOC-MTC de Lisboa

FESTA ANUAL DA CASA DO OESTE - FESTA DA FAMILIA RURAL
 
20 de Maio de 2018
 
Motivados pelos dois últimos encontros "Encontro da Fé" e "Encontro de Cristãos do Oeste" vamos preparar a nossa Festa da Casa do Oeste, marcada para 20 de maio.

Como tem sido habitual nos últimos anos, a festa terá como prato forte da animação da tarde as "representações" dos Grupos, partilhando de forma criativa - teatro, dança, canção, poema… - as reflexões/preocupações do grupo.

Este ano propomos que os grupos aliem à nossa temática do ano "O papel da Família na educação para uma ecologia integral" o lema proposto pelo Patriarcado de Lisboa "Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a Fé" (Constituição Sinodal de Lisboa, nº38).

Sugerimos que cada grupo, ao jeito da revisão de vida, pegue em problemas da família e busque respostas na Bíblia.. Uma possibilidade é fazer uma atualização de uma cena bíblica, retratando situações de hoje; ou pegar numa situação concreta de hoje e enquadrá-la em textos bíblicos.

Família comunidade: membros que partilham a vida vivida em comum, numa dinâmica de afetos e numa relação de cuidado. Espaço familiar: espaço humano, habitado, aquele que é vivido e simbolizado; a casa da família, como exercício do habitar (precisamos de mapear o nosso lugar, o sítio para onde voltamos todos os dias).Tempo familiar: o exercício do tempo total (passado, presente e futuro); tempo humanizador; tempo para mim e para o outro, tempo para nós. - ( Encontro da Fé de 25/2/2018 )
 


EDUCAR NA TERRA
Educação Ambiental e Interpretação do Património Natural e Cultural Local
É um projecto educativo ambiental e cultural integrado no Orçamento Participativo (Ribamar 2017/18) promovido pela Casa do Oeste em colaboração com a associação Vaklouro.
Educar na Terra tem como objectivo (re)descobrir e partilhar saberes sobre o nosso património natural e cultural, proporcionando espaços de encontro e aprendizagem para a comunidade, para que esses conhecimentos façam parte das vivências deste território, e para que, enquanto habitantes, saibamos entender melhor o nosso entorno, as suas histórias e valores, e aprendamos maneiras de os transmitir entre nós, e a quem nos visita.
Durante 2018 serão realizadas várias actividades como saídas de campo e oficinas temáticas em múltiplos espaços e com diversas entidades locais.
Esperemos que se juntem a esta partilha!
Celebrar a Espiga - Saída de Campo e Oficina de Herbário com a Associação Vaklouro
 
Aproveitando a proximidade do Dia da Espiga (10 de Maio), nesta actividade vamos aprender como se faz um herbário, partindo de uma breve introdução teórica sobre botânica, fazendo uma Saída de Campo para recolha de plantas, tendo em conta a composição do Ramo da Espiga, e finalizando com uma sessão de preparação das plantas recolhidas para herbário.

As Inscrições neste evento são Gratuitas, Obrigatórias e limitadas a 20 participantes.

Poderão fazer a vossa inscrição por formulário ou nos seguintes locais:
- Casa do Oeste,
- Junta de Freguesia de Ribamar,
- União de Freguesias da Maceira e A-dos-Cunhados

Para mais informações consultem a nossa página de facebook: Educar na Terra onde podem encontrar a página deste Evento
Passem a Palavra, Participem e venham partilhar connosco!
 

Educar na Terra

Orçamento Participativo da
Freguesia de Ribamar 2017/18

 
Floresta! Até onde estamos dispostos a ir?
 A reflexão necessária que impõe a todos

Com grande sentido de oportunidade a Casa do Oeste promoveu uma conferência no passado dia 14 de Abril sobre a floresta e as leis mais recentes a propósito da necessária limpeza e reorganização da mesma. A intervenção foi da responsabilidade da Engª Rute Santos da APAS Floresta que para além de dar a conhecer esta instituição sediada no Cadaval, fez o ponto da situação florestal no Oeste, que aponta para a falta de ordenamento e gestão florestais, o absentismo dos proprietários e falta de fiscalização. Perante a urgência que é a necessidade de proteger pessoas, edificações e florestas, os desafios que se levantam são a formação dos intervenientes, a coordenação da gestão e a flexibilização de meios, da aplicação de normas e da reflorestação. Numa perspetiva mais imediata da urgência de proteger é decisivo que se faça a limpeza dos terrenos garantindo a faixa de gestão do combustível.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A APAS Floresta aposta forte na formação nomeadamente no que diz respeito ao uso do fogo, a faixa de segurança, a gestão o eucaliptal e a enxertia do pinheiro manso. Tudo ações que pode encontrar no site da APAS. Outro grande objetivo é a certificação da produção florestal do Oeste o que implica que haja rearborizações, que as novas plantações sejam sujeitas ao licenciamento obrigatório, que as normas técnicas sejam aplicadas bem como as boas práticas de gestão florestal. Estas boas práticas significam que a legislação florestal e laboral é cumprida, que não há mobilização de solos nos termos que a lei prevê e que há controlo e registo de vendas. A certificação facilita toda uma estratégia de marketing e consequentemente uma valorização da produção florestal.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Naturalmente a discussão acabou por se centralizar na lei que neste momento pressiona particulares e entidades pela obrigatoriedade de se proceder à limpeza das florestas e das ditas faixas de segurança. Apesar das dúvidas, defeitos e possíveis consequências económicas gravosas para alguns proprietários reconheceu-se que a lei atual tem a virtude de ter posto a sociedade, de modo geral, e os diretamente interessados, particularmente, a discutir a floresta. E nesse sentido sugeriu uma grande oportunidade de pensar e repensar tudo para levar a cabo uma verdadeira reforma da floresta e das práticas e políticas que lhe estão subjacentes. Alguns exemplos sugeriram que o leitor interessado nestes assuntos pode investigar melhor como é o caso do que está a fazer a população de Ferraria de S. João.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As cerca de 50 pessoas que participaram nesta iniciativa da Casa do Oeste tiveram intervenções muito diversificadas e notoriamente revelaram conhecimento de causa e muito interesse em contribuir para as mudanças que se impõem. Entre as muitas questões, surgiu uma que quase passou despercebida mas que parece ser da maior importância para o futuro das próximas gerações e do planeta. Aquilo de que se está a tratar neste momento é de Floresta ou de culturas ou mesmo monoculturas florestais? A floresta não será antes um ecossistema que deve ser mantido e protegido como tal? Ou seja não seria importante definir com rigor o que é a floresta e o que é a cultura florestal? Não precisarão as duas de tratamentos diferenciados? Não corremos o risco de transformar toda a floresta em cultura florestal com objetivos económicos comprometendo os equilíbrios ecológicos necessários para o futuro do planeta e da humanidade? Não teremos que ver um bocadinho mais longe?
Paulo Santos
 

JORNADA DE ATIVIDADES NA CASA DO OESTE

14 DE ABRIL
 
Sábado, dia 14 de Abril, realizam-se na Casa do Oeste, durante a tarde, várias atividades muito importantes para a instituição, contando, desde já, com a adesão de um número significativo de fundadores, amigos da Casa e outros interessados na problemática em discussão. 

·         15,30h- Sessão Ordinária do Conselho de Fundadores, com a seguinte ordem de trabalhos:
  1. Verificação de presenças
  2. Leitura da ultima Ata
  3. Informações
  4. Apreciação e votação do Relatório de Atividades e Contas de 2017
  5. Outros assuntos
Se à hora marcada para o início dos trabalhos não se encontrarem presentes mais de metade dos Fundadores, a reunião começará meia hora mais tarde com qualquer número. 

·         17,00h- Debate sobre o futuro da Casa do Oeste: ideias, projetos, públicos, etc

Esta  reflexão que se deseja aberta deve conter estes dois pressupostos:
a)    Pensar a longo prazo e traçar um plano a 10 ou a 20 anos para o  futuro,
b)    Pensar em estratégias de renovação  e de abertura… 
·         19,00h- Celebração Eucarística 

·         20,00h- Jantar e Conferência: “A limpeza das florestas, ordenamento do território, problemas ecológicos, biodiversidade, ponto da situação no oeste…” Engª Rute Santos  da Associação Florestal APAS)
Contamos com a presença de muitos amigos e interessados na discussão destas problemáticas. A participação e os contributos de cada um são fundamentais.
 
É necessário confirmar a presença para o jantar, até ao dia 12 de Abril, para o Secretariado tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: geral@casadooeste.pt