SANTO E FELIZ NATAL
O Conselho de Administração da Fundação João XXIII- Casa do Oeste deseja a todos os Fundadores, Amigos da Casa e familiares, bem como a todos os que ao longo de 2016 usufruíram dos serviços desta Instituição um SANTO E FELIZ NATAL.
FESTA DE NATAL DA
CASA DO OESTE
CONSELHO DE
FUNDADORES
No dia 9 de dezembro, como estava previsto e amplamente divulgado,
ocorreram duas atividades na Casa do Oeste de grande significado para os fundadores,
amigos e familiares: o Conselho de Fundadores e o Jantar/Festa de Natal.
O CONSELHO DE
FUNDADORES, assembleia importante na estrutura da Instituição, que tem como
competências designar as listas dos
órgãos da Instituição a apresentar para nomeação ao Ordinário Diocesano, bem
como pronunciar-se sobre todos os assuntos que o Conselho de Administração
entenda submeter à sua apreciação, nomeadamente, o programa de atividades e o
orçamento para o exercício seguinte, o relatório e contas de gerência do ano
findo e ainda apreciar e votar qualquer iniciativa ou proposta apresentada
pelos Fundadores. (Estatutos art.º 28).
Foram apresentados
pelo Conselho de Administração, nesta
assembleia, o Plano de Atividades e Orçamento para 2018, que depois de
apreciado, mereceu voto favorável de todos os presentes, cerca de 30
fundadores.
Foi ainda
apresentado pelo Conselho de Administração para
início de discussão e debate uma iniciativa de repensar o futuro da Casa
do Oeste para 10/20 anos: novas ideias, projetos, e quais os públicos. Algumas das questões levantadas:
1 -Sobre a Fundação: a sua recolocação legal junto do Patriarcado, a sua função como IPSS, outras competências a estudar?
2 -sobre o edifício: o que mais pode ser feito? o que pode ser melhorado?
3- sobre novas áreas de atuação: que valências ( locais, regionais, diocesanas, etc?
4 – sobre a sua visibilidade? ligação exterior à comunidade civil; à Diocese a outras dioceses, a outros movimentos.
Este
tema será objeto de novas sessões de trabalho e terá a apresentação de uma
proposta concreta no próximo Conselho de Fundadores que se realizará em março
de 2018.
Depois da
celebração da EUCARISTIA presidida
pelo Pe Batalha e muito participada pelos presentes que encheram a Capela da
Casa do Oeste realizou-se o tradicional JANTAR
FESTIVO DA ÉPOCA NATALICIA.
Participaram no
JANTAR um numeroso grupo de amigos da Casa do Oeste, um total de 115 pessoas,
que, em alegre convívio, saborearam uma belíssima ementa (caldeirada de borrego
e perú assado no forno) para além de outras iguarias.
Durante o jantar o Grupo musical “Amigos d´Esse” (grupo vindo de Lisboa e constituído por 8
jovens e adultos com as suas vozes, guitarras e piano) encantaram os presentes
com um belíssimo concerto de canções de sabor a natal, que mereceu um
fortíssimo aplauso.
Num gesto de reconhecimento
pelo zelo e dedicação, o Conselho de Administração, entregou uma prenda
simbólica às 4 trabalhadoras que asseguram o funcionamento da Casa ao longo do
ano.
A todos os participantes nesta FESTA, ao grupo musical presente, às
funcionárias da Casa, aos voluntários que ao longo do ano (e nesta quadra)
mantêm e adornam a Casa, a todos os AMIGOS que contribuem com o seu estimulo e
apoio que esta CASA DO OESTE cumpra a
sua missão um MUITO OBRIGADO. (AL)
FESTA DE NATAL DA
CASA DO OESTE
Realiza-se a já tradicional FESTA DE NATAL DA CASA DO OESTE
no dia 9 de dezembro com o seguinte
PROGRAMA:
·
19,3O
Horas – Celebração da Eucaristia
·
20,30
Horas – Jantar de Natal
·
Preço
-7,50€
·
Durante
o JANTAR haverá atuação do grupo musical
“Amigos d’Ésse” (Lisboa)
Contamos com a tua presença e pedimos que
tragas contigo outros amigos.
É necessário confirmar a
presença para o jantar, até ao dia 7 de Dezembro, para o Secretariado tel.
261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt
Informamos que, quem quiser adquirir prendas
para os seus familiares e amigos, pode fazê-lo a preços muito acessíveis, na
Loja PÉ DE MEIA da Casa do Oeste: livros, compotas, vinhos e licores, peças de
artesanato, etc.
REBANHOS DE CABRAS: UMA DAS
SOLUÇÕES PARA A GESTÃO DO FOGO
A Cooperativa Terra
Chã promove no dia 29 de novembro, no Auditório dos Paços do Concelho de Rio
Maior, o seminário “Cabras-Fogos-Gestão de Habitats”.
A iniciativa
pretende dar a conhecer o trabalho da silvopastorícia dinamizado por
associações, empresas e munícipios onde se utilizam os rebanhos de cabras em
pastoreio extensivo, sob a forma de pastoreio dirigido, procurando que a ação
das cabras tenha impacto significativo na gestão de combustíveis e na gestão de
habitats e, como consequência na minimização do impacto dos fogos rurais.
Trata-se de uma
rede colaborativa de diversas organizações e entidades que cooperam na permuta
de experiências e de conhecimento à volta do pastoreio extensivo como uma das
possibilidades de intervenção das problemáticas dos fogos rurais.
Segundo, Júlio
Ricardo, dirigente da Coop. Terra Chã, “...o abandono dos terrenos agrícolas,
associados à agricultura familiar e de pequena e média escala, a substituição
de culturas que ainda formavam um determinado mosaico agrícola, com faixas de
descontinuidade que impediam a atual dimensão dos incêndios e a progressão dos
matagais, contribuiu para a atual calamidade que todos os anos transforma o
nosso país em triste notícia”.
Acrescenta, ainda,
“que não podemos culpabilizar os idosos que ficaram nas suas aldeias e que,
perante as dificuldades provenientes da idade e de uma legislação penalizadora
da pequena agricultura, foram nas suas pequenas parcelas de terreno, substituindo
a vinha, os pomares e outro tipo de culturas pelo eucalipto, pelo pinheiro
manso ou bravo porque sabiam que, sem gestão, de tempos em tempos, poderiam
receber um pequeno proveito financeiro, que juntariam às suas magras reformas”.
O seminário tem
início com uma visita à aldeia de Chãos, para ver, in loco, o trabalho do
rebanho de cabras da Coop Terra Chã. Miguel Freitas, Secretário de Estado das
Florestas e do Desenvolvimento Rural integrará a visita dos participantes do
seminário ao projeto da Terra Chã e fará a abertura do seminário, que decorrerá
no Auditório da CM de Rio Maior.
Assim, durante as
últimas décadas, fomos deixando acumular barris de pólvora, uns sobre os outros,
e aproveitando os Verões e Outonos para carpir tristes situações, num crescendo
que culminou neste ano de 2017.
No entanto, começa
a ser tarde, para abrirmos os olhos e afirmarmos, de viva voz, que é
fundamental garantir a sustentabilidade da gestão do mundo rural .
Há que dar
visibilidade a quem teimosamente demonstra a viabilidade do mundo rural. No concelho de Arcos de Valdevez, a
Associação Territórios com Vida e a empresa familiar Quinta Lógica trabalham
com os seus rebanhos de cabras. Na Associação Montis, em Vouzela, olha-se para
o território com olhos de ver e de pensar e faz-se uma gestão de vastos
terrenos, quer adquiridos pela associação, quer cedidos para gestão,
conciliando as espécies, a intervenção e o fogo.
Mais ao lado, na
Serra das Estrela, a Associação Florestal Urze trabalha com o seu rebanho de
cabras na manutenção das faixas de descontinuidade, tentando a minimização do
impacto dos fogos rurais.
O Munícipio de
Penela há muito tempo que desenvolve uma parceria com a Coop Terra Chã para
aprendizagem recíproca sobre a utilização dos rebanhos. Desta vez, estará no
seminário a Associação de Moradores da Aldeia da Ferraria de S. João que
resolveu intervir e criar uma zona de proteção à aldeia, arrancando os pés de
eucaliptos em cerca de 6 ha, indo colocar espécies autóctones e reintroduzir
rebanhos de cabras e ovelhas para assegurar a limpeza pela pastagem.
Da Galiza
participará a experiência da Coop. Monte Cabalar que tem uma experiência de
gestão de milhares de hectares nos montes galegos, onde predominam, nas
pastagens extensivas o gado bovino e cavalar.
Júlio Ricardo, da
Terra Chã refere ainda que “... este projeto faz parte de um trabalho da rede
portuguesa de pastoreio extensivo que, a partir do trabalho que já desenvolve,
resolveu fazer uma candidatura a Grupo Operacional da Rede Rural Nacional, visando
a aprendizagem mútua, a conceptualização de um novo conceito de pastoreio, a
disseminação e a aplicação das boas práticas identificadas. E porque é
importante a componente científica, o projeto também tem a parceria do INIAV e
do Instituto Superior de Agronomia”.
Numa 1ª fase de
candidatura, o projeto não foi aprovado porque os decisores consideraram que
havia falhas nos fatores de inovação porque parece, que não se apresentavam
novos produtos, nem novos resultados, naquilo que a parceria considerou uma
visão de inovação que esquece a alteração de modelos de gestão e de modelos de
comercialização como componentes centrais do uso inovador do pastoreio numa
gestão do território socialmente mais útil e mais sustentável!...”
HOMENAGEM
AO ENGº AMADO SILVA
Na
próxima 6ª feira, dia 24 de Novembro, vai realizar-se em Caldas da
Rainha, uma homenagem ao Engº Amado, que faleceu há 10 anos, mas a sua obra e
dedicação, continua ainda bem presente na memória de muitos agricultores do
oeste, nomeadamente em muitos militantes da Ação Católica Rural, que
participaram em diversas atividades de formação por si orientadas.
Esta
homenagem é uma oportunidade para realçar a importância e a atualidade de
muitos dos seus trabalhos, nomeadamente na fruticultura, bem como a forma
de estar presente junto dos agricultores, atitudes a que importa hoje realçar e
dar continuidade.
A AÇÃO CATÓLICA RURAL ASSOCIA-SE À HOMENAGEM
“Passam neste mês de Novembro dez anos sobre o falecimento do engº Amado. Um grupo de amigos e algumas organizações levam a cabo umas jornadas técnicas e um jantar em homenagem ao homem e ao técnico de fruticultura que foi o Amado.
Também nós, ACR nos associamos a
esta homenagem. No final dos anos 70, a ACR decidiu promover por algumas
aldeias do Oeste, concelhos do Bombarral e Lourinhã ações de formação agrícola.
Esta formação, que decorria numa manhã ou numa tarde durante um dia por semana,
dividia-se em duas partes. Na primeira, a cargo da ACR divulgava-se a Mater et
Magistra do bom papa João XXIII, nos capítulos em que se abordava a agricultura
e sobretudo o associativismo e a cooperação. A outra parte sobre técnicas
agrícolas nos sectores da horticultura, fruticultura e vinha. Na fruticultura
logo se encontrou no engº Amado e outros, um grande entusiasmo nestas ações de
formação que se desenvolveram durante um ano desde as podas até à colheita. Foi
um técnico que sempre se colocou ao lado dos agricultores, com uma simplicidade
cativante que sabia ouvir a experiência dos agricultores e lhes transmitir os
seus conhecimentos ajudando-os a melhorar as suas culturas frutícolas. Deixou
junto destes agricultores uma grande amizade e da parte destes uma grande
admiração pelo homem e pelo técnico.”
Luis Gonzaga Nunes
FESTA DAS COLHEITAS
A tradicional Festa das Colheitas é um
grande dia de CONVIVIO entre todos os amigos da Casa do Oeste…festa
de solidariedade/partilha de bens agrícolas e outros para angariação de fundos
para a Ação Católica Rural e de apoio às atividades da Casa do Oeste…é também o
dia solene de abertura do ano apostólico.HORÁRIO:
09,30h – Chegada dos produtos oferecidos para venda e montagem do Mercado
11,30h Missa solene presidida por D. José Traquina
13,00h Almoço – ementa caseira
14,30h- Mercado do Oeste – frutas,
hortícolas, batata, vinho, abóbora, bolos, filhós, água-pé, compotas, etc, etc
- Animação Musical- Oficina – Circulo das sementes
CONTAMOS CONTIGO…TRAZ OUTORS
AMIGOS!

JORNAIS ALIMENTAM A
CALÚNIA
Depois da apreensão de roupas de marca Salsa,
no Barril (Mafra) e em Torres Vedras, no início de Setembro, a GNR continuando
a investigação no princípio de Outubro,
segundo dizem os jornais, teria apreendido 96 mil peças em Fiães, Santa Maria
da Feira, no valor de 4,25 milhões de
euros, atribuídas à mesma Associação “Viver 100 Fronteiras”. A comunicação social, nas notícias veiculadas, não faz a
diferenciação entre as duas Instituições e continua a referenciar a Fundação
João XXIII/Casa do Oeste e o seu Presidente, P. Joaquim Batalha. Em Comunicado
dirigido à Comunicação Social a Fundação João XXIII/Casa
afirma peremptoriamente:
Alguns meios de comunicação social, a
partir do dia 6 de setembro, e com nova insistência no início do mês de
outubro, difundiram notícias que envolvem a Fundação João XXIII-Casa do Oeste,
com sede em Ribamar (Lourinhã), acusando-a do desvio de verbas resultantes da
venda de peças de roupa, doadas para distribuição à população da Guiné-Bissau.
Os membros do Conselho, vêm esclarecer o
seguinte:
1-
Confirmam a ocorrência de uma operação
policial, que teve lugar apenas em 04 de setembro de 2017, com buscas efetuadas
às instalações da sede e ao armazém no Sobreiro (Mafra), onde se depositam os
bens doados até ao seu envio para a Guiné, não tendo sido feita qualquer
apreensão;
2-
A Fundação não tem, nem nunca teve,
instalações nem atividades no local do Barril, concelho de Mafra, nem em Torres
Vedras, nem em Fiães, Santa Maria da Feira, nem tão pouco qualquer
colaborador/a ou voluntário/a nesses locais referidos nas notícias….
3-
A Fundação João XXIII sugere aos Órgãos
de Comunicação Social uma visita à sua Delegação em Ondame, Região de Biombo,
na Guiné-Bissau, e verificar, in loco com a população autóctone, as iniciativas
e obras solidárias que, com o esforço de muitos voluntário/as, conseguiu
realizar…
A.L.
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