FESTA DE NATAL
Boas Festas para todos...
Apesar de uma tarde e noite de chuva a Casa do Oeste
encheu-se de amigos para a FESTA DE NATAL no dia 13 de Dezembro.
Iniciámos às 17,30 h com a Assembleia Geral da Fundação (Conselho de Fundadores) com um número
relativamente reduzido de presenças (19 fundadores) mas com muita animação. O
Plano de Atividades e Orçamento para
2015 apresentado, despertou várias intervenções e sugestões dos presentes, que
enriqueceram muito a sessão. Os documentos foram aprovados por unanimidade.
É clara a firme vontade de que em 2015 a
Fundação se afirme ainda com maior dinâmica que nos anos anteriores e que, para
além de manter os projetos em curso, avance com novos projetos como forma de melhor
responder às preocupações e necessidades das populações do oeste e de um desenvolvimento sustentável da região.
Às 19,30 h tivemos a celebração
da Eucaristia. Vindos de muitos lugares do oeste e reunidos em comunidade
de crentes, demos graças por tantos dons recebidos ao longo do ano e renovámos
energias para construir à nossa volta mais momentos de paz, de esperança, de
alegria, de fraternidade e de justiça…
Ouvimos numa das leituras o profeta Isaías dizer: “Exulto de alegria por causa do Senhor, a
minha alma rejubila por causa do meu Deus. Ele fará brotar a justiça e o louvor
diante de todas as nações”…tal como nos tempos do profeta, hoje, em dias de
grandes dificuldades, importa continuar a acreditar e a lutar, com coragem, por
um amanhã mais feliz. Nós, cristãos, somos chamados a viver a alegria e a
espalhá-la por toda a parte, perante tanto desencanto e mal-estar que nos
rodeia.
Com a sala cheia (100 pessoas) sentámo-nos à mesa para
saborear um excelente Jantar de natal, num
ambiente natalício envolvido com música de fundo e belas canções, interpretação
de 2 jovens de Santo Isidoro, Rui Siva e Rita Filipe.
Estava reunida a família alargada da Casa do Oeste… muitos
dos que habitualmente marcam presença mas, também, muita gente que veio pela
primeira vez.
No final do jantar foi feito um agradecimento especial,
pelo Pe Batalha, a todos os voluntários e funcionárias que ao longo do ano contribuíram para que a Casa do Oeste preste
um serviço de qualidade a todos os que frequentam as suas atividades.
Bem hajam todos.
Votos de Boas Festas.
FESTA DE NATAL DA CASA DO OESTE 2014
Convite para dia 13 Dez!
(para todos os amigos e familiares)
No dia 13 de Dezembro realiza-se a Festa de Natal da Casa do Oeste com o seguinte programa:
19,00 h – Celebração da Eucaristia
20,30 h – Jantar natalício
Durante o jantar haverá canções e musica ao vivo.
JANTAR DE NATAL / contributo -7,50€
Contamos com a tua presença e pedimos que tragas contigo outros amigos.
É necessário confirmar a presença para o jantar, até ao dia 11 de dezembro, para o Secretariado tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt
(para todos os amigos e familiares)
No dia 13 de Dezembro realiza-se a Festa de Natal da Casa do Oeste com o seguinte programa:
19,00 h – Celebração da Eucaristia
20,30 h – Jantar natalício
Durante o jantar haverá canções e musica ao vivo.
JANTAR DE NATAL / contributo -7,50€
Contamos com a tua presença e pedimos que tragas contigo outros amigos.
É necessário confirmar a presença para o jantar, até ao dia 11 de dezembro, para o Secretariado tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt
CONVITE DAS “COLHEITAS”
Domingo, dia 26 de Outubro
Amigos!
Aproxima-se a nossa tradicional “FESTA DAS COLHEITAS” – 26 de Out. 2014
Este ano têm três novidades:
1. A presidência do Senhor Patriarca, D. Manuel Clemente
2. A inauguração do Centro de Recursos e Biblioteca João XXIII
3. Sessão de Aconselhamento Fiscal aos Pequenos Agricultores
Tenho todo o gosto que venhas a esta Festa das Colheitas, até porque temos a Casa do Oeste pintadinha de fresco.
Mas sobretudo pela presença do Sr Patriarca, D. Manuel Clemente que vem inaugurar o Centro de Recursos e Biblioteca.
Contamos contigo, mas não venhas sozinho/a. Traz outros contigo!
Temos as “COLHEITAS” para vires comprar o que precisares, porque precisamos de as vender.
O meu abraço amigo de Paz e Bem.
Pe. Joaquim Batalha
PROGRAMA DA FESTA
10.00 h - Chegada dos carros com produtos das colheitas/ofertas
- Montagem do Mercado do Oeste
10.30 h - Inauguração do Centro de Recursos/ Biblioteca da Casa do Oeste
11.30 h - Missa Solene presidida por D. Manuel Clemente
- Abertura do Ano Apostólico; envio das Equipas diocesanas da ACR e JARC e dos grupos na sua missão
- Ofertório Eucarístico dos Programas anuais dos Grupos da Acção Católica.
13.00 h – Almoço com a habitual ementa caseira
15.30 h - Sessão de Aconselhamento Fiscal aos Pequenos Agricultores
- Tarde com animação musical
- “Mercado Casa do Oeste” – produtos regionais: batatas, vinhos, frutas, abóboras, limões, hortaliças, agricultura biológica… e outras vendas… Livraria solidária… boutique “Pé de meia”
Contamos contigo!!!
A CASA DO OESTE E O PADRE BATALHA
50 ANOS DE ATIVIDADE PASTORAL
O Pe Batalha está a celebrar os 50 anos de ordenação sacerdotal (15 de Agosto de 1964). No domingo passado (dia 20) festejámos o acontecimento, num animado e muito concorrido CONVIVIO na Casa do Oeste, onde marcaram presença muitos amigos e companheiros da Ação Católica Rural do Patriarcado de Lisboa e das paróquias por onde o Pe Batalha passou durante estes anos. Foi uma pequena mas justa homenagem a um homem que tem dedicado a sua vida ao serviço dos outros.
Na Fundação João XXIII – Casa do Oeste são muitos os anos de trabalho em comum na gestão, dinamização e consolidação deste grande projeto. Tempos difíceis, mas muito ricos, muito criativos e engenhosos.
Temos encontrado, sempre, no Pe Batalha, uma grande disponibilidade e capacidade de aceitar e se envolver em novos projetos, de se abrir a novas parcerias, de dar força e vencer os obstáculos quando eles aparecem, sejam de que ordem for. O seu espirito combativo e determinado leva-o a ser persistente, a superar as dificuldades e a encontrar uma palavra de esperança e uma solução adequada para a concretização dos projetos e iniciativas em jogo.
É claro para todos nós que a Casa do Oeste é a “menina dos seus olhos”. Tem orgulho nesta obra que mais do que de pedra e cimento é de pessoas, de comunidade cristã viva e atuante no oeste e pelo mundo fora. É, para nós, a sua grande “paróquia”, sem limites geográficos… é do oeste mas também da Guiné passando pelos muitos grupos de amigos e voluntários que, do norte ao sul do pais, encontram na Casa do Oeste e na Fundação João XXIII um ponto de referência de serviço evangélico e de missão cristã.
Homem de Igreja e de fé tem contribuído, decisivamente, para que a Casa do Oeste seja um ponto de encontro dos irmãos, dos filhos de Deus, uma casa de oração e de celebração de ação de graças, com simplicidade, despida de ornamentos pomposos e falsos, com linguagem compreensível e partilha de reflexão …em que cada um se encontre com Deus na alegria de se sentir amado e envolvido na missão de serviço aos outros.
Com os olhos postos em João XXIII, “papa dos rurais” e fazendo jus das suas origens campesinas e do seu trabalho nos Movimentos da Acção Católica Rural tem contribuído para a valorização das atividades agrícolas e rurais e, sobretudo, para o desenvolvimento humano e cristão dos que aí trabalham e vivem, aproveitando os ciclos da natureza e as riquezas culturais do meio, para uma autêntica pastoral rural.
O Pe Batalha habituou-nos a valorizar o trabalho em equipa, sempre o vimos como um elemento respeitável do grupo mas respeitador dos outros elementos, com opinião clara e insistente mas permeável às opiniões dos restantes e enquadrador desses novos contributos.
Uma obra nunca é fruto apenas de uma pessoa e o Pe Batalha tem feito realçar esta premissa rodeando-se sempre de muita gente, servindo de ponte entre várias sensibilidades e gerações, criando consensos onde, por vezes, as crispações podem ser mais acentuadas…tudo para que o resultado seja mais eficaz com o contributo de todos.
A Casa do Oeste continuará erguida pelas gerações futuras, frente ao mar e rodeada de terra, unindo estes 2 elementos da natureza, para atestar que o sonho de alguns, concretizado por muitos, tem que estar sempre ao serviço de todos, porque assim os homens o pensaram e Deus o quis.
Entre esses homens está, na primeira linha e com muito mérito, o Pe Batalha.
O nosso muito obrigado.

O Pe Batalha está a celebrar os 50 anos de ordenação sacerdotal (15 de Agosto de 1964). No domingo passado (dia 20) festejámos o acontecimento, num animado e muito concorrido CONVIVIO na Casa do Oeste, onde marcaram presença muitos amigos e companheiros da Ação Católica Rural do Patriarcado de Lisboa e das paróquias por onde o Pe Batalha passou durante estes anos. Foi uma pequena mas justa homenagem a um homem que tem dedicado a sua vida ao serviço dos outros.
Na Fundação João XXIII – Casa do Oeste são muitos os anos de trabalho em comum na gestão, dinamização e consolidação deste grande projeto. Tempos difíceis, mas muito ricos, muito criativos e engenhosos.
Temos encontrado, sempre, no Pe Batalha, uma grande disponibilidade e capacidade de aceitar e se envolver em novos projetos, de se abrir a novas parcerias, de dar força e vencer os obstáculos quando eles aparecem, sejam de que ordem for. O seu espirito combativo e determinado leva-o a ser persistente, a superar as dificuldades e a encontrar uma palavra de esperança e uma solução adequada para a concretização dos projetos e iniciativas em jogo.
É claro para todos nós que a Casa do Oeste é a “menina dos seus olhos”. Tem orgulho nesta obra que mais do que de pedra e cimento é de pessoas, de comunidade cristã viva e atuante no oeste e pelo mundo fora. É, para nós, a sua grande “paróquia”, sem limites geográficos… é do oeste mas também da Guiné passando pelos muitos grupos de amigos e voluntários que, do norte ao sul do pais, encontram na Casa do Oeste e na Fundação João XXIII um ponto de referência de serviço evangélico e de missão cristã.
Homem de Igreja e de fé tem contribuído, decisivamente, para que a Casa do Oeste seja um ponto de encontro dos irmãos, dos filhos de Deus, uma casa de oração e de celebração de ação de graças, com simplicidade, despida de ornamentos pomposos e falsos, com linguagem compreensível e partilha de reflexão …em que cada um se encontre com Deus na alegria de se sentir amado e envolvido na missão de serviço aos outros.
Com os olhos postos em João XXIII, “papa dos rurais” e fazendo jus das suas origens campesinas e do seu trabalho nos Movimentos da Acção Católica Rural tem contribuído para a valorização das atividades agrícolas e rurais e, sobretudo, para o desenvolvimento humano e cristão dos que aí trabalham e vivem, aproveitando os ciclos da natureza e as riquezas culturais do meio, para uma autêntica pastoral rural.
O Pe Batalha habituou-nos a valorizar o trabalho em equipa, sempre o vimos como um elemento respeitável do grupo mas respeitador dos outros elementos, com opinião clara e insistente mas permeável às opiniões dos restantes e enquadrador desses novos contributos.
Uma obra nunca é fruto apenas de uma pessoa e o Pe Batalha tem feito realçar esta premissa rodeando-se sempre de muita gente, servindo de ponte entre várias sensibilidades e gerações, criando consensos onde, por vezes, as crispações podem ser mais acentuadas…tudo para que o resultado seja mais eficaz com o contributo de todos.
A Casa do Oeste continuará erguida pelas gerações futuras, frente ao mar e rodeada de terra, unindo estes 2 elementos da natureza, para atestar que o sonho de alguns, concretizado por muitos, tem que estar sempre ao serviço de todos, porque assim os homens o pensaram e Deus o quis.
Entre esses homens está, na primeira linha e com muito mérito, o Pe Batalha.
O nosso muito obrigado.

FESTA DA FAMILIA RURAL
Decorreu, no passado domingo dia 1 de Junho, a Festa da
Família Rural, na Casa do Oeste, com a presença de muitos amigos e num dia de
sol maravilhoso… A nossa Casa do Oeste estava cheia de luz e com uma paisagem
pela frente (mar e campo) espetacular.
O Ano Internacional da Agricultura Familiar ficou marcado
com 3 significativos momentos: a mesa redonda sobre a “Agricultura
familiar e os grandes desafios”, a oficina sobre “seleção, conservação e
proteção das sementes tradicionais” e o mercado, mostra-venda, com a presença
de várias pequenas empresas familiares que expuseram os produtos que
comercializam.
Na celebração da Eucaristia festejámos e agradecemos
os dons da natureza, as beleza dos campos, os produtos da terra e a força
e a luta dos que nela trabalham.
Os grupos da Ação Católica, com grande engenho e arte,
animaram a tarde com canções, poemas, encenações… á volta da temática:
“Construir agora um futuro com esperança…vamos cultivar a ética do suficiente…”
A ética do suficiente exige que: em contraste com o dinheiro fácil, usemos a
dignidade e a honestidade no trabalho; em contraste com o consumismo, vivamos
sob a égide da sobriedade; em contraste com o egoísmo, pratiquemos a cooperação
e abracemos o bem comum; em contraste com as desigualdades e as injustiças,
usemos a justiça de Deus e a fraternidade.”
A AGRICULTURA FAMILIAR E OS NOVOS DESAFIOS
Promovida pela
Fundação João XXIII-Casa do Oeste e pela Ação Católica Rural integrada na Festa
da Família Rural, ocorreu no dia 1 de Junho, na Casa do Oeste, em Ribamar da
Lourinhã, uma Mesa-redonda subordinada ao tema A AGRICULTURA FAMILIAR E OS NOVOS DESAFIOS para assinalar o Ano Internacional da Agricultura Familiar
decretado pelas Nações Unidas.
Das
comunicações apresentadas e do debate havido emana a seguinte reflexão:
1. A AGRICULTURA FAMILAIR E A SUSTENTABILIDADE DO
MEIO RURAL
A agricultura de base familiar para auto
consumo ou para comércio de proximidade é a forma agrícola predominante no
sector de produção alimentar mundial.
Há mais de 570 milhões de explorações
agrícolas no mundo. 500 milhões dessas explorações pertencem a famílias e são
responsáveis por pelo menos 56% da produção agrícola mundial.
Na Europa a agricultura familiar representa
68% da produção.
Em Portugal e
na nossa região oeste a agricultura familiar confunde-se com a agricultura
nacional, uma vez que 96% das explorações agrícolas são familiares.
A agricultura familiar e de pequena escala
está, intimamente, ligada à segurança alimentar mundial. Este tipo de produção
tem muito mais baixos impactos ambientais, preserva os alimentos tradicionais,
respeita os ciclos naturais, além
de contribuir para a proteção da biodiversidade, de sementes e variedades
autotones. Impulsiona as economias locais e regionais e é, ainda, uma forma de
sustento económico complementar ou alternativo.
Para a agricultura familiar ser considerada
como uma profissão com estatuto é necessário salvaguardar o acesso á terra, ao
crédito e aos seguros agrícolas.
É urgente
repensar a organização dos agricultores, de modo a potenciar as relações
comerciais e o poder negocial do sector da agricultura familiar perante um
setor de distribuição alimentar organizado e concentrado.
2. EXIGENCIAS DA CONTABILIDADE FISCAL E OS PEQUENOS
AGRICULTORES
A complexidade
e rigor das exigências fiscais, a falta de informação e locais de atendimento e
apoio aos pequenos agricultores têm levado a um clima de receio, desconfiança e
descontentamento que terá como consequência o abandono da atividade agrícola.
Fiscalmente existe a obrigatoriedade de
abertura de atividade para toda a gente, podendo ser com contabilidade
simplificada, com volume de negócios inferior a 200 000,00€.
Existem
obrigações que passam pelo envio de faturas, pelo IVA trimestral, pela
apresentação do IRS ou IRC e a declaração anual.
3. OS APOIOS À AGRICULTRA FAMILIAR
Embora o novo
Quadro de apoio 2014/2020 vá potenciar o financiamento à organização de
produtores e aconselhamento agrícola, aguarda-se ainda a sua regulamentação
para ver como na prática irá ser concretizado.
Haverá incentivos
à inovação e investigação aplicada. As designadas ajudas diretas/ 1º pilar, têm
tendência a ser mais equitativas. Será potenciado o apoio à instalação dos
Jovens Agricultores. O Eixo leader vai manter as suas atribuições enquadrando
os investimentos até 25 000,00€.
A Fundação João XXIII e os Movimentos da Ação
Católica Rural entendem que:
- A agricultura
familiar merece o reconhecimento da sua singularidade enquanto estrutura de produção
que se deve defender e dignificar pela vocação de âmbito local e de mercado de proximidade, de guardião da identidades
e reportório genético e ambiental.
- Os agregados
de produção agrícola familiares, pelos laços sociais privilegiados, assentam numa logica que não se cinge à
financeira.
- O novo
regime fiscal chama à participação, nas responsabilidades fiscais, todos os portugueses
não se escusando os agricultores. Alerta-se contudo para que estas exigências respeitem
esta singularidade da agricultura familiar.
- Face à
dificuldade de informação e à importância inicial de aconselhamento, a Fundação
João XXIII propõe-se criar condições para um atendimento aos pequenos agricultores.
- Não poderá
haver uma boa dinamização da bolsa de terras enquanto o Pilar I (ajudas
diretas) mantiver as ajudas à superfície sem produção.
A Fundação
João XXIII
A Ação
Católica Rural
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