Convite para dia 13 Dez!
(para todos os amigos e familiares)
No dia 13 de Dezembro realiza-se a Festa de Natal da Casa do Oeste com o seguinte programa:
19,00 h – Celebração da Eucaristia
20,30 h – Jantar natalício
Durante o jantar haverá canções e musica ao vivo.
JANTAR DE NATAL / contributo -7,50€
Contamos com a tua presença e pedimos que tragas contigo outros amigos.
É necessário confirmar a presença para o jantar, até ao dia 11 de dezembro, para o Secretariado tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt
CONVITE DAS “COLHEITAS”
Domingo, dia 26 de Outubro
Amigos!
Aproxima-se a nossa tradicional “FESTA DAS COLHEITAS” – 26 de Out. 2014
Este ano têm três novidades:
1. A presidência do Senhor Patriarca, D. Manuel Clemente
2. A inauguração do Centro de Recursos e Biblioteca João XXIII
3. Sessão de Aconselhamento Fiscal aos Pequenos Agricultores
Tenho todo o gosto que venhas a esta Festa das Colheitas, até porque temos a Casa do Oeste pintadinha de fresco.
Mas sobretudo pela presença do Sr Patriarca, D. Manuel Clemente que vem inaugurar o Centro de Recursos e Biblioteca.
Contamos contigo, mas não venhas sozinho/a. Traz outros contigo!
Temos as “COLHEITAS” para vires comprar o que precisares, porque precisamos de as vender.
O meu abraço amigo de Paz e Bem.
Pe. Joaquim Batalha
PROGRAMA DA FESTA
10.00 h - Chegada dos carros com produtos das colheitas/ofertas
- Montagem do Mercado do Oeste
10.30 h - Inauguração do Centro de Recursos/ Biblioteca da Casa do Oeste
11.30 h - Missa Solene presidida por D. Manuel Clemente
- Abertura do Ano Apostólico; envio das Equipas diocesanas da ACR e JARC e dos grupos na sua missão
- Ofertório Eucarístico dos Programas anuais dos Grupos da Acção Católica.
13.00 h – Almoço com a habitual ementa caseira
15.30 h - Sessão de Aconselhamento Fiscal aos Pequenos Agricultores
- Tarde com animação musical
- “Mercado Casa do Oeste” – produtos regionais: batatas, vinhos, frutas, abóboras, limões, hortaliças, agricultura biológica… e outras vendas… Livraria solidária… boutique “Pé de meia”
Contamos contigo!!!
A CASA DO OESTE E O PADRE BATALHA
50 ANOS DE ATIVIDADE PASTORAL
O Pe Batalha está a celebrar os 50 anos de ordenação sacerdotal (15 de Agosto de 1964). No domingo passado (dia 20) festejámos o acontecimento, num animado e muito concorrido CONVIVIO na Casa do Oeste, onde marcaram presença muitos amigos e companheiros da Ação Católica Rural do Patriarcado de Lisboa e das paróquias por onde o Pe Batalha passou durante estes anos. Foi uma pequena mas justa homenagem a um homem que tem dedicado a sua vida ao serviço dos outros.
Na Fundação João XXIII – Casa do Oeste são muitos os anos de trabalho em comum na gestão, dinamização e consolidação deste grande projeto. Tempos difíceis, mas muito ricos, muito criativos e engenhosos.
Temos encontrado, sempre, no Pe Batalha, uma grande disponibilidade e capacidade de aceitar e se envolver em novos projetos, de se abrir a novas parcerias, de dar força e vencer os obstáculos quando eles aparecem, sejam de que ordem for. O seu espirito combativo e determinado leva-o a ser persistente, a superar as dificuldades e a encontrar uma palavra de esperança e uma solução adequada para a concretização dos projetos e iniciativas em jogo.
É claro para todos nós que a Casa do Oeste é a “menina dos seus olhos”. Tem orgulho nesta obra que mais do que de pedra e cimento é de pessoas, de comunidade cristã viva e atuante no oeste e pelo mundo fora. É, para nós, a sua grande “paróquia”, sem limites geográficos… é do oeste mas também da Guiné passando pelos muitos grupos de amigos e voluntários que, do norte ao sul do pais, encontram na Casa do Oeste e na Fundação João XXIII um ponto de referência de serviço evangélico e de missão cristã.
Homem de Igreja e de fé tem contribuído, decisivamente, para que a Casa do Oeste seja um ponto de encontro dos irmãos, dos filhos de Deus, uma casa de oração e de celebração de ação de graças, com simplicidade, despida de ornamentos pomposos e falsos, com linguagem compreensível e partilha de reflexão …em que cada um se encontre com Deus na alegria de se sentir amado e envolvido na missão de serviço aos outros.
Com os olhos postos em João XXIII, “papa dos rurais” e fazendo jus das suas origens campesinas e do seu trabalho nos Movimentos da Acção Católica Rural tem contribuído para a valorização das atividades agrícolas e rurais e, sobretudo, para o desenvolvimento humano e cristão dos que aí trabalham e vivem, aproveitando os ciclos da natureza e as riquezas culturais do meio, para uma autêntica pastoral rural.
O Pe Batalha habituou-nos a valorizar o trabalho em equipa, sempre o vimos como um elemento respeitável do grupo mas respeitador dos outros elementos, com opinião clara e insistente mas permeável às opiniões dos restantes e enquadrador desses novos contributos.
Uma obra nunca é fruto apenas de uma pessoa e o Pe Batalha tem feito realçar esta premissa rodeando-se sempre de muita gente, servindo de ponte entre várias sensibilidades e gerações, criando consensos onde, por vezes, as crispações podem ser mais acentuadas…tudo para que o resultado seja mais eficaz com o contributo de todos.
A Casa do Oeste continuará erguida pelas gerações futuras, frente ao mar e rodeada de terra, unindo estes 2 elementos da natureza, para atestar que o sonho de alguns, concretizado por muitos, tem que estar sempre ao serviço de todos, porque assim os homens o pensaram e Deus o quis.
Entre esses homens está, na primeira linha e com muito mérito, o Pe Batalha.
O nosso muito obrigado.

O Pe Batalha está a celebrar os 50 anos de ordenação sacerdotal (15 de Agosto de 1964). No domingo passado (dia 20) festejámos o acontecimento, num animado e muito concorrido CONVIVIO na Casa do Oeste, onde marcaram presença muitos amigos e companheiros da Ação Católica Rural do Patriarcado de Lisboa e das paróquias por onde o Pe Batalha passou durante estes anos. Foi uma pequena mas justa homenagem a um homem que tem dedicado a sua vida ao serviço dos outros.
Na Fundação João XXIII – Casa do Oeste são muitos os anos de trabalho em comum na gestão, dinamização e consolidação deste grande projeto. Tempos difíceis, mas muito ricos, muito criativos e engenhosos.
Temos encontrado, sempre, no Pe Batalha, uma grande disponibilidade e capacidade de aceitar e se envolver em novos projetos, de se abrir a novas parcerias, de dar força e vencer os obstáculos quando eles aparecem, sejam de que ordem for. O seu espirito combativo e determinado leva-o a ser persistente, a superar as dificuldades e a encontrar uma palavra de esperança e uma solução adequada para a concretização dos projetos e iniciativas em jogo.
É claro para todos nós que a Casa do Oeste é a “menina dos seus olhos”. Tem orgulho nesta obra que mais do que de pedra e cimento é de pessoas, de comunidade cristã viva e atuante no oeste e pelo mundo fora. É, para nós, a sua grande “paróquia”, sem limites geográficos… é do oeste mas também da Guiné passando pelos muitos grupos de amigos e voluntários que, do norte ao sul do pais, encontram na Casa do Oeste e na Fundação João XXIII um ponto de referência de serviço evangélico e de missão cristã.
Homem de Igreja e de fé tem contribuído, decisivamente, para que a Casa do Oeste seja um ponto de encontro dos irmãos, dos filhos de Deus, uma casa de oração e de celebração de ação de graças, com simplicidade, despida de ornamentos pomposos e falsos, com linguagem compreensível e partilha de reflexão …em que cada um se encontre com Deus na alegria de se sentir amado e envolvido na missão de serviço aos outros.
Com os olhos postos em João XXIII, “papa dos rurais” e fazendo jus das suas origens campesinas e do seu trabalho nos Movimentos da Acção Católica Rural tem contribuído para a valorização das atividades agrícolas e rurais e, sobretudo, para o desenvolvimento humano e cristão dos que aí trabalham e vivem, aproveitando os ciclos da natureza e as riquezas culturais do meio, para uma autêntica pastoral rural.
O Pe Batalha habituou-nos a valorizar o trabalho em equipa, sempre o vimos como um elemento respeitável do grupo mas respeitador dos outros elementos, com opinião clara e insistente mas permeável às opiniões dos restantes e enquadrador desses novos contributos.
Uma obra nunca é fruto apenas de uma pessoa e o Pe Batalha tem feito realçar esta premissa rodeando-se sempre de muita gente, servindo de ponte entre várias sensibilidades e gerações, criando consensos onde, por vezes, as crispações podem ser mais acentuadas…tudo para que o resultado seja mais eficaz com o contributo de todos.
A Casa do Oeste continuará erguida pelas gerações futuras, frente ao mar e rodeada de terra, unindo estes 2 elementos da natureza, para atestar que o sonho de alguns, concretizado por muitos, tem que estar sempre ao serviço de todos, porque assim os homens o pensaram e Deus o quis.
Entre esses homens está, na primeira linha e com muito mérito, o Pe Batalha.
O nosso muito obrigado.

FESTA DA FAMILIA RURAL
Decorreu, no passado domingo dia 1 de Junho, a Festa da
Família Rural, na Casa do Oeste, com a presença de muitos amigos e num dia de
sol maravilhoso… A nossa Casa do Oeste estava cheia de luz e com uma paisagem
pela frente (mar e campo) espetacular.
O Ano Internacional da Agricultura Familiar ficou marcado
com 3 significativos momentos: a mesa redonda sobre a “Agricultura
familiar e os grandes desafios”, a oficina sobre “seleção, conservação e
proteção das sementes tradicionais” e o mercado, mostra-venda, com a presença
de várias pequenas empresas familiares que expuseram os produtos que
comercializam.
Na celebração da Eucaristia festejámos e agradecemos
os dons da natureza, as beleza dos campos, os produtos da terra e a força
e a luta dos que nela trabalham.
Os grupos da Ação Católica, com grande engenho e arte,
animaram a tarde com canções, poemas, encenações… á volta da temática:
“Construir agora um futuro com esperança…vamos cultivar a ética do suficiente…”
A ética do suficiente exige que: em contraste com o dinheiro fácil, usemos a
dignidade e a honestidade no trabalho; em contraste com o consumismo, vivamos
sob a égide da sobriedade; em contraste com o egoísmo, pratiquemos a cooperação
e abracemos o bem comum; em contraste com as desigualdades e as injustiças,
usemos a justiça de Deus e a fraternidade.”
A AGRICULTURA FAMILIAR E OS NOVOS DESAFIOS
Promovida pela
Fundação João XXIII-Casa do Oeste e pela Ação Católica Rural integrada na Festa
da Família Rural, ocorreu no dia 1 de Junho, na Casa do Oeste, em Ribamar da
Lourinhã, uma Mesa-redonda subordinada ao tema A AGRICULTURA FAMILIAR E OS NOVOS DESAFIOS para assinalar o Ano Internacional da Agricultura Familiar
decretado pelas Nações Unidas.
Das
comunicações apresentadas e do debate havido emana a seguinte reflexão:
1. A AGRICULTURA FAMILAIR E A SUSTENTABILIDADE DO
MEIO RURAL
A agricultura de base familiar para auto
consumo ou para comércio de proximidade é a forma agrícola predominante no
sector de produção alimentar mundial.
Há mais de 570 milhões de explorações
agrícolas no mundo. 500 milhões dessas explorações pertencem a famílias e são
responsáveis por pelo menos 56% da produção agrícola mundial.
Na Europa a agricultura familiar representa
68% da produção.
Em Portugal e
na nossa região oeste a agricultura familiar confunde-se com a agricultura
nacional, uma vez que 96% das explorações agrícolas são familiares.
A agricultura familiar e de pequena escala
está, intimamente, ligada à segurança alimentar mundial. Este tipo de produção
tem muito mais baixos impactos ambientais, preserva os alimentos tradicionais,
respeita os ciclos naturais, além
de contribuir para a proteção da biodiversidade, de sementes e variedades
autotones. Impulsiona as economias locais e regionais e é, ainda, uma forma de
sustento económico complementar ou alternativo.
Para a agricultura familiar ser considerada
como uma profissão com estatuto é necessário salvaguardar o acesso á terra, ao
crédito e aos seguros agrícolas.
É urgente
repensar a organização dos agricultores, de modo a potenciar as relações
comerciais e o poder negocial do sector da agricultura familiar perante um
setor de distribuição alimentar organizado e concentrado.
2. EXIGENCIAS DA CONTABILIDADE FISCAL E OS PEQUENOS
AGRICULTORES
A complexidade
e rigor das exigências fiscais, a falta de informação e locais de atendimento e
apoio aos pequenos agricultores têm levado a um clima de receio, desconfiança e
descontentamento que terá como consequência o abandono da atividade agrícola.
Fiscalmente existe a obrigatoriedade de
abertura de atividade para toda a gente, podendo ser com contabilidade
simplificada, com volume de negócios inferior a 200 000,00€.
Existem
obrigações que passam pelo envio de faturas, pelo IVA trimestral, pela
apresentação do IRS ou IRC e a declaração anual.
3. OS APOIOS À AGRICULTRA FAMILIAR
Embora o novo
Quadro de apoio 2014/2020 vá potenciar o financiamento à organização de
produtores e aconselhamento agrícola, aguarda-se ainda a sua regulamentação
para ver como na prática irá ser concretizado.
Haverá incentivos
à inovação e investigação aplicada. As designadas ajudas diretas/ 1º pilar, têm
tendência a ser mais equitativas. Será potenciado o apoio à instalação dos
Jovens Agricultores. O Eixo leader vai manter as suas atribuições enquadrando
os investimentos até 25 000,00€.
A Fundação João XXIII e os Movimentos da Ação
Católica Rural entendem que:
- A agricultura
familiar merece o reconhecimento da sua singularidade enquanto estrutura de produção
que se deve defender e dignificar pela vocação de âmbito local e de mercado de proximidade, de guardião da identidades
e reportório genético e ambiental.
- Os agregados
de produção agrícola familiares, pelos laços sociais privilegiados, assentam numa logica que não se cinge à
financeira.
- O novo
regime fiscal chama à participação, nas responsabilidades fiscais, todos os portugueses
não se escusando os agricultores. Alerta-se contudo para que estas exigências respeitem
esta singularidade da agricultura familiar.
- Face à
dificuldade de informação e à importância inicial de aconselhamento, a Fundação
João XXIII propõe-se criar condições para um atendimento aos pequenos agricultores.
- Não poderá
haver uma boa dinamização da bolsa de terras enquanto o Pilar I (ajudas
diretas) mantiver as ajudas à superfície sem produção.
A Fundação
João XXIII
A Ação
Católica Rural
FESTA DA CASA DO OESTE NOS 40 ANOS DA SUA INAUGURAÇÃO
É já no próximo dia 1 de Junho a Festa da Casa do Oeste… Festa da Família Rural.
Este ano vamos dar uma atenção especial ao “Ano Internacional da Agricultura Familiar” com uma Mesa-redonda sobre este tema e com uma mostra/venda - Mercado do oeste - de produtos de pequenas empresas familiares agrícolas.
A tarde cultural, com muita musica e encenações dos grupos da A.C.R. terá como tema “A ética do suficiente”.
Contamos com a presença de todos os amigos e familiares.
Este ano vamos dar uma atenção especial ao “Ano Internacional da Agricultura Familiar” com uma Mesa-redonda sobre este tema e com uma mostra/venda - Mercado do oeste - de produtos de pequenas empresas familiares agrícolas.
A tarde cultural, com muita musica e encenações dos grupos da A.C.R. terá como tema “A ética do suficiente”.
Contamos com a presença de todos os amigos e familiares.
DIA DO SILÊNCIO E JANTAR / CONFERÊNCIA
Vimos convidar-vos para 3 atividades muito importantes que se vão realizar, no próximo sábado, dia 12, na Casa do Oeste:
Dia do silêncio (retiro) – será mais um contributo para preparar a celebração da Páscoa.
Um dia de silêncio serve para respirar fundo e sem pressas; para rever situações que atirámos para trás das costas; para reabastecer o coração com sentimentos mais purificados, para reorientar os passos no caminho certo; para refundar o sentido da vida e reforçar os valores que nos movem; para reviver de modo mais original, usufruindo de momentos inesquecíveis que nos marcam e deixam rasto.
O que vamos fazer?
Vamos ter tempo para ouvir, tempo para silêncio, tempo para partilha e tempo para conviver.
Programa:
10,00h - Abertura dos trabalhos
13,00h – Almoço
14,15h – Recomeço da reflexão
18,00h- Encerramento
Animadores do dia: Pe. Jardim Gonçalves e Avelino Pinto
Jantar/conferência, pelas 20,00h, com a participação do Dr. António Matos Ferreira, professor da Universidade Católica.
Tema: “Os grandes desafios colocados á Igreja e ao mundo por João XXIII sobre o desenvolvimento (meio rural, ecologia, partilha de bens, questões sociais, etc) e sua atualidade nos tempos de hoje”.
Também, neste dia 12, pelas 18,00h haverá o Conselho de Fundadores para apreciação do Relatório e Contas da Fundação João XXIII, relativos a 2013.
Contamos com a vossa presença e pedimos que tragam outros amigos.
É necessário fazer inscrição para o Dia do Silêncio, até 8 de Abril e para o jantar, até 10 de Abril, para o Secretariado da Fundação tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt.
Mais informações junto do Secretariado da Fundação João XXIII-Casa do Oeste.
Dia do silêncio (retiro) – será mais um contributo para preparar a celebração da Páscoa.
Um dia de silêncio serve para respirar fundo e sem pressas; para rever situações que atirámos para trás das costas; para reabastecer o coração com sentimentos mais purificados, para reorientar os passos no caminho certo; para refundar o sentido da vida e reforçar os valores que nos movem; para reviver de modo mais original, usufruindo de momentos inesquecíveis que nos marcam e deixam rasto.
O que vamos fazer?
Vamos ter tempo para ouvir, tempo para silêncio, tempo para partilha e tempo para conviver.
Programa:
10,00h - Abertura dos trabalhos
13,00h – Almoço
14,15h – Recomeço da reflexão
18,00h- Encerramento
Animadores do dia: Pe. Jardim Gonçalves e Avelino Pinto
Jantar/conferência, pelas 20,00h, com a participação do Dr. António Matos Ferreira, professor da Universidade Católica.
Tema: “Os grandes desafios colocados á Igreja e ao mundo por João XXIII sobre o desenvolvimento (meio rural, ecologia, partilha de bens, questões sociais, etc) e sua atualidade nos tempos de hoje”.
Também, neste dia 12, pelas 18,00h haverá o Conselho de Fundadores para apreciação do Relatório e Contas da Fundação João XXIII, relativos a 2013.
Contamos com a vossa presença e pedimos que tragam outros amigos.
É necessário fazer inscrição para o Dia do Silêncio, até 8 de Abril e para o jantar, até 10 de Abril, para o Secretariado da Fundação tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt.
Mais informações junto do Secretariado da Fundação João XXIII-Casa do Oeste.
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