CONVITE DAS “COLHEITAS”

Domingo, dia 26 de Outubro

Amigos!
Aproxima-se a nossa tradicional “FESTA DAS COLHEITAS” – 26 de Out. 2014

Este ano têm três novidades:
1.    A presidência do Senhor Patriarca, D. Manuel Clemente
2.    A inauguração do Centro de Recursos e Biblioteca João XXIII
3.    Sessão de Aconselhamento Fiscal aos Pequenos Agricultores            

Tenho todo o gosto que venhas a esta Festa das Colheitas, até porque temos a Casa do Oeste pintadinha de fresco.

Mas sobretudo pela presença do Sr Patriarca, D. Manuel Clemente que vem inaugurar o Centro de Recursos e Biblioteca.

Contamos contigo, mas não venhas sozinho/a. Traz outros contigo!

Temos as “COLHEITAS” para vires comprar o que precisares, porque precisamos de as vender.
O meu abraço amigo de Paz e Bem.


Pe. Joaquim Batalha





























PROGRAMA DA FESTA
10.00 h - Chegada dos carros com produtos das colheitas/ofertas
 - Montagem do Mercado do Oeste
10.30 h - Inauguração do Centro de Recursos/ Biblioteca da Casa do Oeste
11.30 h - Missa Solene presidida por D. Manuel Clemente
 - Abertura do Ano Apostólico; envio das Equipas diocesanas da  ACR e JARC e dos grupos na sua missão
- Ofertório Eucarístico dos Programas anuais dos Grupos da Acção Católica.
13.00 h – Almoço com a habitual ementa caseira  
15.30 h - Sessão de Aconselhamento Fiscal aos Pequenos Agricultores            
             - Tarde com animação musical
             - “Mercado Casa do Oeste” – produtos regionais: batatas, vinhos, frutas, abóboras, limões,   hortaliças, agricultura biológica… e outras vendas… Livraria solidária… boutique “Pé de meia”

Contamos contigo!!!

A CASA DO OESTE E O PADRE BATALHA

 50 ANOS DE ATIVIDADE PASTORAL

O Pe Batalha está a celebrar os 50 anos de ordenação sacerdotal (15 de Agosto de 1964). No domingo passado (dia 20) festejámos o acontecimento, num animado e muito concorrido CONVIVIO na Casa do Oeste, onde marcaram presença muitos amigos e companheiros da Ação Católica Rural do Patriarcado de Lisboa e das paróquias por onde o Pe Batalha passou durante estes anos. Foi uma pequena mas justa homenagem a um homem que tem dedicado a sua vida ao serviço dos outros.

Na Fundação João XXIII – Casa do Oeste são muitos os anos de trabalho em comum na gestão, dinamização e consolidação deste grande projeto. Tempos difíceis, mas muito ricos, muito criativos e engenhosos.
Temos encontrado, sempre, no Pe Batalha, uma grande disponibilidade e capacidade de aceitar e se envolver em novos projetos, de se abrir a novas parcerias, de dar força e vencer os obstáculos quando eles aparecem, sejam de que ordem for. O seu espirito combativo e determinado leva-o a ser persistente, a superar as dificuldades e a encontrar uma palavra de esperança e uma solução adequada para a concretização dos projetos e iniciativas em jogo.

É claro para todos nós que a Casa do Oeste é a “menina dos seus olhos”. Tem orgulho nesta obra que mais do que de pedra e cimento é de pessoas, de comunidade cristã viva e atuante no oeste e pelo mundo fora. É, para nós, a sua grande “paróquia”, sem limites geográficos… é do oeste mas também da Guiné passando pelos muitos grupos de amigos e voluntários que, do norte ao sul do pais, encontram na Casa do Oeste e na Fundação João XXIII um ponto de referência de serviço evangélico e de missão cristã.

 Homem de Igreja e de fé tem contribuído, decisivamente, para que a Casa do Oeste seja um ponto de encontro dos irmãos, dos filhos de Deus, uma casa de oração e de celebração de ação de graças, com simplicidade, despida de ornamentos pomposos e falsos, com linguagem compreensível e partilha de reflexão …em que cada um se encontre com Deus na alegria de se sentir amado e envolvido na missão de serviço aos outros.

Com os olhos postos em João XXIII, “papa dos rurais” e fazendo jus das suas origens campesinas e do seu trabalho nos Movimentos da Acção Católica Rural tem contribuído para a valorização das atividades agrícolas e rurais e, sobretudo, para o desenvolvimento humano e cristão dos que aí trabalham e vivem, aproveitando os ciclos da natureza e as riquezas culturais do meio, para uma autêntica pastoral rural.

O Pe Batalha habituou-nos a valorizar o trabalho em equipa, sempre o vimos como um elemento respeitável do grupo mas respeitador dos outros elementos, com opinião clara e insistente mas permeável às opiniões dos restantes e enquadrador desses novos contributos.

Uma obra nunca é fruto apenas de uma pessoa e o Pe Batalha tem feito realçar esta premissa rodeando-se sempre de muita gente, servindo de ponte entre várias sensibilidades e gerações, criando consensos onde, por vezes, as crispações podem ser mais acentuadas…tudo para que o resultado seja mais eficaz com o contributo de todos.
A Casa do Oeste continuará erguida pelas gerações futuras, frente ao mar e rodeada de terra, unindo estes 2 elementos da natureza, para atestar que o sonho de alguns, concretizado por muitos, tem que estar sempre ao serviço de todos, porque assim os homens o pensaram e Deus o quis.
Entre esses homens está, na primeira linha e com muito mérito, o Pe Batalha.
O nosso muito obrigado. 
 

















FESTA DA FAMILIA RURAL


Decorreu, no passado domingo dia 1 de Junho, a Festa da Família Rural, na Casa do Oeste, com a presença de muitos amigos e num dia de sol maravilhoso… A nossa Casa do Oeste estava cheia de luz e com uma paisagem pela frente (mar e campo) espetacular.

O Ano Internacional da Agricultura Familiar ficou marcado com 3 significativos momentos: a mesa redonda sobre a “Agricultura familiar e os grandes desafios”, a oficina sobre “seleção, conservação e proteção das sementes tradicionais” e o mercado, mostra-venda, com a presença de várias pequenas empresas familiares que expuseram os produtos que comercializam.

Na celebração da Eucaristia festejámos e agradecemos os dons da natureza, as beleza dos campos, os produtos da terra e a força e a luta dos que nela trabalham.

Os grupos da Ação Católica, com grande engenho e arte, animaram a tarde com canções, poemas, encenações… á volta da temática: “Construir agora um futuro com esperança…vamos cultivar a ética do suficiente…” A ética do suficiente exige que: em contraste com o dinheiro fácil, usemos a dignidade e a honestidade no trabalho; em contraste com o consumismo, vivamos sob a égide da sobriedade; em contraste com o egoísmo, pratiquemos a cooperação e abracemos o bem comum; em contraste com as desigualdades e as injustiças, usemos a justiça de Deus e a fraternidade.”







A AGRICULTURA FAMILIAR E OS NOVOS DESAFIOS


Promovida pela Fundação João XXIII-Casa do Oeste e pela Ação Católica Rural integrada na Festa da Família Rural, ocorreu no dia 1 de Junho, na Casa do Oeste, em Ribamar da Lourinhã, uma Mesa-redonda subordinada ao tema A AGRICULTURA FAMILIAR E OS NOVOS DESAFIOS para assinalar o Ano Internacional da Agricultura Familiar decretado pelas Nações Unidas.
Das comunicações apresentadas e do debate havido emana a seguinte reflexão:

1. A AGRICULTURA FAMILAIR E A SUSTENTABILIDADE DO MEIO RURAL
A agricultura de base familiar para auto consumo ou para comércio de proximidade é a forma agrícola predominante no sector de produção alimentar mundial.
Há mais de 570 milhões de explorações agrícolas no mundo. 500 milhões dessas explorações pertencem a famílias e são responsáveis por pelo menos 56% da produção agrícola mundial.
Na Europa a agricultura familiar representa 68% da produção.
Em Portugal e na nossa região oeste a agricultura familiar confunde-se com a agricultura nacional, uma vez que 96% das explorações agrícolas são familiares.
A agricultura familiar e de pequena escala está, intimamente, ligada à segurança alimentar mundial. Este tipo de produção tem muito mais baixos impactos ambientais, preserva os alimentos tradicionais, respeita os ciclos naturais,  além de contribuir para a proteção da biodiversidade, de sementes e variedades autotones. Impulsiona as economias locais e regionais e é, ainda, uma forma de sustento económico complementar ou alternativo.
Para a agricultura familiar ser considerada como uma profissão com estatuto é necessário salvaguardar o acesso á terra, ao crédito e aos seguros agrícolas.
É urgente repensar a organização dos agricultores, de modo a potenciar as relações comerciais e o poder negocial do sector da agricultura familiar perante um setor de distribuição alimentar organizado e concentrado.

2. EXIGENCIAS DA CONTABILIDADE FISCAL E OS PEQUENOS AGRICULTORES
A complexidade e rigor das exigências fiscais, a falta de informação e locais de atendimento e apoio aos pequenos agricultores têm levado a um clima de receio, desconfiança e descontentamento que terá como consequência o abandono da atividade agrícola.
 Fiscalmente existe a obrigatoriedade de abertura de atividade para toda a gente, podendo ser com contabilidade simplificada, com volume de negócios inferior a 200 000,00€.
Existem obrigações que passam pelo envio de faturas, pelo IVA trimestral, pela apresentação do IRS ou IRC e a declaração anual.

3. OS APOIOS À AGRICULTRA FAMILIAR
Embora o novo Quadro de apoio 2014/2020 vá potenciar o financiamento à organização de produtores e aconselhamento agrícola, aguarda-se ainda a sua regulamentação para ver como na prática irá ser concretizado.
Haverá incentivos à inovação e investigação aplicada. As designadas ajudas diretas/ 1º pilar, têm tendência a ser mais equitativas. Será potenciado o apoio à instalação dos Jovens Agricultores. O Eixo leader vai manter as suas atribuições enquadrando os investimentos até 25 000,00€.

A Fundação João XXIII e os Movimentos da Ação Católica Rural entendem que:
- A agricultura familiar merece o reconhecimento da sua singularidade enquanto estrutura de produção que se deve defender e dignificar pela vocação de âmbito  local e de mercado de  proximidade, de guardião da identidades e reportório genético e ambiental.  
- Os agregados de produção agrícola familiares, pelos laços sociais privilegiados,  assentam numa logica que não se cinge à financeira.
O novo regime fiscal chama à participação, nas responsabilidades fiscais, todos os portugueses não se escusando os agricultores. Alerta-se contudo para que estas exigências respeitem esta singularidade da agricultura familiar.
- Face à dificuldade de informação e à importância inicial de aconselhamento, a Fundação João XXIII propõe-se criar condições para um atendimento  aos pequenos agricultores. 
- Não poderá haver uma boa dinamização da bolsa de terras enquanto o Pilar I (ajudas diretas) mantiver as ajudas à superfície sem produção.

A Fundação João XXIII
A Ação Católica Rural

FESTA DA CASA DO OESTE NOS 40 ANOS DA SUA INAUGURAÇÃO

É já no próximo dia 1 de Junho a Festa da Casa do Oeste… Festa da Família Rural.

Este ano vamos dar uma atenção especial ao “Ano Internacional da Agricultura Familiar” com uma Mesa-redonda sobre este tema e com uma mostra/venda - Mercado do oeste - de produtos de pequenas empresas familiares agrícolas.

A tarde cultural, com muita musica e encenações dos grupos da A.C.R. terá como tema “A ética do suficiente”.

Contamos com a presença de todos os amigos e familiares.


DIA DO SILÊNCIO E JANTAR / CONFERÊNCIA

Vimos convidar-vos para 3 atividades muito importantes que se vão realizar, no próximo sábado, dia 12, na Casa do Oeste:

Dia do silêncio (retiro) – será mais um contributo para preparar a celebração da Páscoa.
Um dia de silêncio serve para respirar fundo e sem pressas; para rever situações que atirámos para trás das costas; para reabastecer o coração com sentimentos mais purificados, para reorientar os passos no caminho certo; para refundar o sentido da vida e reforçar os valores que nos movem; para reviver de modo mais original, usufruindo de momentos inesquecíveis que nos marcam e deixam rasto.

O que vamos fazer?
Vamos ter tempo para ouvir, tempo para silêncio, tempo para partilha e tempo para conviver.
Programa:
10,00h - Abertura dos trabalhos
13,00h – Almoço
14,15h – Recomeço da reflexão
18,00h- Encerramento
Animadores do dia: Pe. Jardim Gonçalves e Avelino Pinto

Jantar/conferência, pelas 20,00h, com a participação do Dr. António Matos Ferreira, professor da Universidade Católica. 
Tema: “Os grandes desafios colocados á Igreja e ao mundo por João XXIII sobre o desenvolvimento (meio rural, ecologia, partilha de bens, questões sociais, etc) e sua atualidade nos tempos de hoje”.

Também, neste dia 12, pelas 18,00h haverá o Conselho de Fundadores para apreciação do Relatório e Contas da Fundação João XXIII, relativos a 2013.

Contamos com a vossa presença e pedimos que tragam outros amigos.

É necessário fazer inscrição para o Dia do Silêncio, até 8 de Abril e para o jantar, até 10 de Abril, para o Secretariado da Fundação tel. 261 422 790 ou 915779037, e-mail: casadooeste@sapo.pt.
Mais informações junto do Secretariado da Fundação João XXIII-Casa do Oeste.




CONVITE

Encontro do Aprofundamento da Fé

Venho trazer-vos este Convite para um Encontro na Casa do Oeste no próximo domingo, dia 9 de Março, para começarmos a viver a Caminhada Pascal em resposta ao desafio que o Papa Francisco nos faz.

Inscrevei-vos para a Casa do Oeste: telefones: 261.422.790 ou 915.779.037 ou
casadooeste@sapo.pt

 Pe. Batalha