ESPAÇO DE ENCONTRO E CONVÍVIO DAS FAMÍLIAS

Alguns acontecimentos familiares continuam a ser motivo para reunir toda a família e fazer uma pequena paragem nas correrias do dia a dia. As festas de aniversário são disso exemplo.

Recentemente vários “AMIGOS DA CASA DO OESTE” decidiram festejar os anos das suas mães na Casa do Oeste.
A Casa do Oeste cumpre, desta forma, um dos seus objectivos: ser um espaço de encontro e convívio das famílias e celebrar, em  Festa, o dom da vida.




























O aniversário da avó Lurdes
Como todos os anos costuma fazer, a avó Lurdes juntou no dia 17 de Dezembro, a família por ocasião de seu 88º aniversário. Escolheu o melhor local – a “Casa do Oeste”, que ela já conhecia de algumas actividades. De notar, testemunham os filhos, que a avó, quando jovem, trazia para casa jornais da Juventude Agrária Católica.

A reunião foi do agrado de todos, tanto pelas características do local escolhido (arquitectura agradável, espaços amplos, rasgadas vistas sobre o mar, etc.) como pelo almoço simples, mas muito bem confeccionado, nada ficando a dever aos excessivos almoços de restaurante.

De tarde visitaram-se as instalações e ficou-se à conversa no bar onde se tomaram uns cafés e outras bebidas. A família voltará a juntar-se aqui, enquanto  a graça de Deus se mantiver.


Um fim-de-semana muito agradável
A família Rebelo festejou os 78 anos da matriarca na Casa do Oeste no fim de semana de 7 e 8 de Janeiro. Eram muitos (33 pessoas) e tudo começou com a oferta, como prenda de natal, de uma dormida na Casa do Oeste, pela avó Sofia.

O tempo estava óptimo, o que permitiu as caminhadas até à praia de Valmitão e a ida à praia de Porto Dinheiro. Ao serão houve dança e tempo para as recordações. Foi um fim-de-semana muito agradável que promete repetir-se.


O encontro da família
Festejar o aniversário na Casa do Oeste era um grande desejo de quem, há muito tempo, participa nas actividades organizadas pela Casa, concretamente na Semana de Férias dos idosos.

Rodeada de filhos, netos, bisnetos e demais familiares foi com grande alegria que Maria da Anunciação apagou as velas dos 88 anos durante o almoço/convívio que se realizou no dia 15 de Janeiro.

Quase todos os presentes conheciam a Casa e sabiam que seria um dia muito bem passado… e assim aconteceu… quem foi pela primeira vez prometeu voltar, para uma das próximas actividades da Casa do Oeste.







PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2012

PRINCIPAIS OBJECTIVOS DA FUNDAÇÃO JOÃO XXIII – CASA DO OESTE
. Apoiar a Acção Católica Rural (ACR) e a Juventude Agrária Rural Católica (JARC) do  Patriarcado de Lisboa;
. Prestar serviços de acção social a crianças, jovens, pessoas idosas e famílias;
. Desempenhar funções de Centro Cultural e Educativo, proporcionando informação e realizando acções de formação para a população rural;
. Promover e apoiar iniciativas de desenvolvimento local e regional fomentando o espírito solidário, associativo e cooperativo;
. Promover a cooperação Internacional com movimentos e instituições afins noutros países.


LINHAS PROGRAMÁTICAS GERAIS PARA 2012
. Proceder à adaptação no funcionamento e organização da Fundação decorrentes dos novos espaços;
. Dar continuidade às obras de adaptação e apetrechamento da casa;
. Promover o debate para novos usos para a Fundação e avançar com outros projectos, como resposta a novos desafios;
. Aumentar os níveis de ocupação da Casa, desenvolvendo nova campanha que divulgue condições actuais;
. Incentivar à realização e apoio de novos  campos de férias da ACN;
. Reactivar a angariação de mais fundos para custear as despesas;
. Promover e optimizar a cooperação e comunicação com o novo Polo da Fundação na Guiné Bissau;
. Dar continuidade aos projectos em curso, aos apoios aos movimentos e grupos que  procuram a Casa.


1. ORGANIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E DINAMIZAÇÃO

1.1 Consolidar o reconhecimento da Fundação como IPSS e Instituição de Utilidade de Pública  procurando aferir as várias possibilidades daí decorrentes.

1.2 Promover uma reorganização do voluntariado no âmbito da Fundação: redefinir objectivos e estratégias, identificar agentes, proceder a intervenções de formação.
Continuar a estimular e apoiar grupos de trabalho voluntário para intervenções concretas no funcionamento, manutenção e desenvolvimento da instituição (novas iniciativas e projectos e desafios no âmbito dos novo edifico e equipamentos).

1.3. Prosseguir com a reorganização dos espaços da “Casa”, implementar regras e procedimentos de funcionamento da casa, assegurar a melhoria de qualidade dos serviços e promover a formação do pessoal afecto às diversas tarefas da casa.

1.4 Prosseguir com a dinamização e organização do projecto “Liga dos Amigos da Casa do Oeste”: angariação de “novos” amigos e criação de iniciativas que os envolvam.

1.4 Continuar a desenvolver iniciativas de divulgação dos serviços da Fundação: participação mensal no Grito Rural, publicação trimestral da folha “Informação”, produção e distribuição de panfletos sobre actividades específicas, manutenção da página da internet, e do Blog, rentabilização da comunicação electrónica, etc.


2. INVESTIMENTOS PATRIMONIAIS

2.1 Dar continuidade às obras em curso previstas no “projecto de ampliação”, conforme as disponibilidades financeiras.

2.2 Proceder a pequenas intervenções de conservação e manutenção do edifício antigo (pintura exterior) e a algumas adaptações necessárias para o alojamento de pessoas com limitações físicas.


3. RECURSOS HUMANOS

3.1 Manter a equipa das actuais colaboradoras contratadas e recorrer a estágios académicos e outros programas de apoio a jovens e desempregados, sempre que necessário e possível.


4. ANGARIAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E FINANCEIROS

4.1. Desenvolver projectos, candidaturas e outros apoios oficiais para reforço das actividades logísticas da Fundação e dos recursos humanos.

4.2 Recorrer a apoios no âmbito da ENTRAJUDA e do Banco Alimentar do Oeste.

4.3 Dinamizar a recolha de apoios financeiros, junto de pessoas individuais, instituições particulares e serviços públicos, para o desenvolvimento das iniciativas da Fundação.

4.4 Continuar com campanhas específicas junto do universo dos “fundadores e amigos da Casa” com o objectivo de pagar o empréstimo feito ao banco para as obras.

4.5 Rentabilizar ao máximo a Casa, com aumento da taxa de ocupação e realização de actividades, recorrendo a novas campanhas de divulgação.


5. APOIO AOS MOVIMENTOS (JARC e ACR) E A OUTRAS ENTIDADES

5.1 Assegurar, com prioridade, a disponibilidade e utilização da Casa e respectivo apoio logístico para as actividades dos Movimentos JARC e ACR do Patriarcado e de outras dioceses.

5.2 Manter e incrementar a realização de actividades conjuntas, nomeadamente, Festa Anual da Casa do Oeste, Festa das Colheitas, Conferências do Oeste, colóquios, sessões de formação e outras iniciativas no âmbito dos objectivos da Fundação, da ACR e JARC.

5.3 Prestar, nos termos e condições previstos, apoio a actividades culturais e formativas de crianças, jovens e adultos promovidas por grupos e instituições que o solicitem.

5.4 Prosseguir e consolidar o projecto “Férias p´ra todos” como oportunidade de concretizar junto de famílias rurais um dos objectivos iniciais da Casa do Oeste.

5.5 Promover / incentivar junto de algumas IPSS a organização de colónias de férias para crianças e idosos.


6. CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO

6.1 Prosseguir a estruturação e organização do Centro de Documentação João XXIII: completar a catalogação dos livros, fazer levantamento, ordenação e registo dos documentos existentes –escritos e fotográficos. Preservação do arquivo fotográfico e áudio visual com a sua digitalização.

6.2 Instalar o Centro em espaço próprio e equipá-lo com meios informáticos adequados.

6.3 Manter os contactos com a Câmara e Biblioteca Municipal em ordem à efectiva integração do Centro na rede de Bibliotecas do concelho.

6.4 Apresentar candidatura de apoio à Fundação Gulbenkian.

6.5 Manter e dinamizar o trabalho do Grupo de organização do Centro e desenvolver iniciativas no sentido de recuperar a memória da “Casa do Oeste”, onde todos se revejam e identifiquem:
preservar e dar visibilidade a peças “museológicas”, proceder à sua inventariação e legendagem, realçar símbolos significativos do meio rural e da Casa do Oeste, etc.


7. ACTIVIDADES DE FORMAÇÃO CERTIFICADA

7.1 Prosseguir com o apoio ao Centro Novas Oportunidades (RVCC do 6º, 9º e 12º anos) da parceria com a Cercip dinamizando os actuais locais de funcionamento (Ribamar, Moita dos Ferreiros, A-dos-Cunhados, Silveira e S. Pedro da Cadeira) e desenvolver contactos no sentido de se iniciarem actividades RVCC em novos locais.

7.2 Desenvolver em parceria com a ADEPE diversas acções de formação e outros projectos de desenvolvimento local que respondam a necessidades da região, nomeadamente no âmbito do GAC/Promar.

7.3 Concretizar outras acções de formação, em parceria com a Barafunda, REAPN e outras entidades credenciadas, para dirigentes e animadores associativos, em áreas de desenvolvimento pessoal e social, liderança, animação e desenvolvimento de equipas, etc.


8. SOLIDARIEDADE COM A GUINÉ

8.1 Assegurar as condições e o apoio ao desenvolvimento dos Projectos na Guiné dinamizados pelo Grupo Coordenador mandatado para o efeito.

8.2 Apresentar candidatura ao IPAD para reconhecimento da Fundação como ONGD.

8.3 Participar na edição do livro sobre os 20 anos de solidariedade com a Guiné.

8.4 Divulgar, através dos meios ao seu dispor, as campanhas e as iniciativas no âmbito deste Projecto.

8.5 Promover a cooperação e comunicação com a Delegação da Fundação na Guiné: por exemplo criação de folha informativa; criação de página web, colocação de  web cam em tempo real, promoção de vídeo conferencias em momentos chave da vida da Fundação, instituição de projectos de intercâmbios.


9. OUTROS PROJECTOS E PARCERIAS

9.1 Dinamizar o Núcleo de Protecção Ambiental e desenvolver algumas acções no âmbito da parceria com o CREIAS Oeste. Apoiar grupos ligados à Fundação que promovam boas práticas de preservação do meio ambiente, e fomentar a divulgação de informação sobre questões ecológicas, desenvolvimento sustentável, etc.

9.2 Apoiar iniciativas que proporcionem informação e estimulem a criação de emprego em articulação com os Centros de Emprego da região, com as UNIVAS e com a Associação Nacional do Microcrédito.

9.3 Apoiar e participar em iniciativas no âmbito das parcerias estabelecidas entre a Fundação e outras instituições como a Base-Fut, LeaderOeste, Rede Rural Europeia, Associação de Desenvolvimento da Lourinhã, Núcleo de Escolas de Ribamar, Centro Social e Cultural de Ribamar, etc.

9.4 Dinamizar actividades que promovam e aumentem o nível de voluntariado, alargando o convite à população local e regional. Desenvolver a parceria com o Banco Local de Voluntariado da Lourinhã.

9.5 Desenvolver procedimentos no sentido de participar como membro integrante do CLAS da Lourinhã e manter a sua participação na REAPN.

Ribamar, 5 de Dezembro de 2011
O Conselho de Administração

FESTAS DA QUADRA NATALÍCIA


Jantar de Natal, Conselho de Fundadores e Passagem de Ano Solidária
O período das festas natalícias da Fundação João XXIII Casa do Oeste foi, este ano, mais intenso que o ano passado, demonstrando grande dinamismo e adesão por parte de muitos “fundadores” e “amigos da Casa do Oeste”.

O Jantar de Natal do dia 17 de Dezembro encheu a sala de refeições com 80 participantes, que saborearam um belo peru no forno para além de outras deliciosas iguarias. Mas foram as canções natalícias acompanhadas de acordeão, os momentos de poesia e o agradável convívio que marcaram verdadeiramente a noite festiva e de celebração do nascimento do Menino-Deus.

O Conselho de Fundadores reuniu no final do Jantar, em Assembleia Geral, onde foram apresentados e aprovados o Regulamento de Designação dos Membros dos Corpos Sociais, o Plano de Actividades e o Orçamento para 2012.



















A Passagem de Ano solidária fica na memória da centena de pessoas que marcaram presença. 
Muita animação como anunciado: música ambiente, canções, dança, muita dança, com vassoura e rodas e os tradicionais “comboios”, serpentinas, apitos e papelinhos coloridos, fogueira, etc.
As mesas para o jantar e ceia estiveram muito bem ornamentadas e recheadas merecendo muitos aplausos e manifestações de agrado.



















Foi muito gratificante ver/ouvir gente, que participa activa e voluntariamente na Casa do Oeste desde o primeiro dia, dizer que, há muito, não fazia uma passagem de ano tão animada e familiar.

A Casa do Oeste é, efectivamente, uma grande família onde os que vieram pela primeira vez (e foram muitos) se sentiram na sua Casa, fruto do bom acolhimento dos que são mais assíduos.
Todas estas e as restantes iniciativas da Fundação Casa do Oeste só são possíveis com o trabalho solidário e voluntário de muitas dezenas de pessoas… é essa a sua grande força…

Continuação de Bom Ano Novo e votos de que muitos projectos ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar das pessoas surjam ao longo de 2012 e que motivos de esperança não nos faltem para superar as dificuldades que diariamente temos de enfrentar. 


FESTA DA PASSAGEM DE ANO


A Fundação João XXIII – Casa do Oeste deseja a todos os Fundadores e Amigos umas Festas Felizes e convida a todos para a Festa da Passagem de Ano Solidária, dia 31 de Dezembro a partir das 20 horas.                

Contamos com a vossa presença e pedimos que tragam convosco outros amigos.
 
É necessário confirmar a presença para a Passagem de Ano até ao dia 15 de Dezembro, para o Secretariado. 
tel: 261 422 790 ou 915779037 


JANTAR DE NATAL

A Fundação João XXIII deseja a todos os Fundadores e Amigos um Santo e Feliz Natal e convida a todos para o Jantar de Natal que se realiza no próximo dia 17 de Dezembro às 20 horas.

Contamos com a vossa presença e pedimos que tragam convosco outros amigos.
 
É necessário confirmar a presença para o jantar de Natal até ao dia 15 de Dezembro, para o Secretariado.
tel: 261 422 790 ou 915779037
e-mail: casadooeste@sapo.pt

A “Festa” (reunião, convívio, celebração) é uma dimensão  fundamental da pessoa e do cristão que reconhece a beleza da vida  e acredita em melhores dias  e que tudo isto  tem de estar acima das contingências dos tempos e das “armadilhas” dos mal intencionados e oportunistas.




























BOAS  FESTAS
“Alegrai-vos e exultai
Eis que vem o Salvador !

É tempo de Paz!
É tempo de ver os outrosÉ tempo de Fraternidade
como irmãos
E com eles repartir o nosso
Pão.
É tempo de gritar
a Esperança
Porque o futuro é possível.
É tempo de acreditar que é
possível com discórdias
acabar.
Natal só pode existir
Quando aos sem tecto uma
casa se garantir e roupa
para se cobrir.

Paz e Bem, Amizade também

Pela Fundação João XXIII
P. Batalha
“Abra-se a Terra e germine o Salvador !”

INAUGURAÇÃO DA CASA DO OESTE

Decorreu, no passado domingo, dia 23, com grande animação a tradicional Festa das Colheitas na Casa do Oeste. Mais de 400 pessoas terão participado, ao longo do dia, nas diversas actividades oferecidas pelo programa: celebração da Eucaristia, cerimónia da bênção e inauguração das novas instalações, almoço, arraial animado pela Bandinha da Amizade da Atouguia da Baleia, quermesse, roleta, mercado de produtos agrícolas, comes e bebes (água-pé e castanhas, tremoços, filhoses, pão com chouriço, bolos diversos), etc.

Esta festa foi precedida por uma preparação especial, tendo em conta a característica da Fundação João XXIII/Casa do Oeste, assente basicamente nos movimentos rurais da Acção Católica: ACR (adultos), JARC (jovens) e ACN (mais novos) e também na Solidariedade com a Guiné/Bissau.

O Assistente Diocesano fez uma Visita Pastoral aos Grupos de base da ACR proclamando o lema do seu Programa de actividades: “É preciso gritar a Esperança”, em tempo de crise, orientando em cada grupo uma reflexão sobre “A crise como oportunidade”, “porque nenhum cristão pode ficar alheio ao projecto de Jesus: ‘Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei’ que tem em mira uma sociedade pacífica, justa e fraterna e mais participativa.

Os Grupos elaboraram os seus Programas de actividade com os quais se comprometeram e entregaram-nos no altar da Eucaristia na Festa das Colheitas, levando também, oferendas diversas para a sustentabilidade desta Casa.

O Grupo Coordenador da Solidariedade com a Guiné também se reuniu para avaliar a Solidariedade deste ano, ressaltando a realização do “Projecto Visão Guiné” executado em Janeiro e Fevereiro, e a missão de Agosto que fez a formação de 19 professores e criou a Delegação oficial da Fundação João XXIII/Casa do Oeste, com sede em Ondame.  Nesta Festa pôde-se ver em projecção permanente todos os Projectos de desenvolvimento que a Fundação vai apoiando com os grupos missionários.

Os jovens da JARC, por sua vez realizaram neste fim-de-semana da Festa a sua Assembleia Diocesana em que definiram as linhas de acção e o lema a trabalhar durante dois anos “Sê rural, acredita nos jovens e cria a mudança” . Foi feita a eleição duma nova Equipa Diocesana que na Eucaristia desta Festa foi enviada em Missão.

Toda esta preparação previa culminar nesta Festa das Colheitas com a Eucaristia de Bênção e inauguração do novo edifício, presidida pelo Bispo D. António Marcelino que, por motivos de saúde imprevistos, comunicou a sua impossibilidade e nos enviou uma mensagem que foi lida no início da Celebração.

Assim inaugurámos o novo edifício da Casa do Oeste, que nos dá muito melhores condições de prestação de serviços, com um novo e amplo pátio, convidativo à alegre confraternização com grande abertura de horizontes para o mar. Quem simbolicamente abriu as portas foi o fundador da 1ª hora e presidente da instituição, P. Joaquim Batalha, içando uma corrente de elos que, como foi dito no momento, significa uma cadeia de elos que unidos fazem a força e a solidariedade, a união de todos promovendo o desenvolvimento e o bem comum em fraternidade.

Como não há festa sem refeição o almoço foi “Arroz à Valenciana” que estava muito gostoso, sendo partilhado por mais de 300 pessoas.

Entretanto também muitas foram as oferendas que foram trazidas para as vendas do “Mercado rural”, com muitos e variados doces caseiros e as famosas filhoses feitas pelas senhoras do Grupo de S. Mamede da Ventosa,...  A Bandinha da Amizade de Atouguia da Baleia veio graciosamente animar a Festa.

Fez parte do programa a assinatura de mais uma Parceria de Cooperação (além das seis parcerias já existentes) com a Associação “Barafunda” da Benedita, representada pela Dra Isabel Rufino.

Esta festa de inauguração foi um êxito, embora pudesse ter sido mais, se não fosse o mau tempo que se fez sentir da parte da tarde.

“Nós somos procuradores de Deus em favor uns dos outros e muito especialmente dos mais pobres. Neste sentido fazemos festa comunitária com o que Deus permitiu que fosse fruto do nosso trabalho. Mas toda a partilha é de todos os bens e há também aqueles bens que vamos colhendo com a coerência da nossa vida cristã e nos enriquecem espiritualmente também em ordem a partilhar. A partilha que estais a fazer com os maravilhosos projectos na Guiné/Bissau são também "festa das colheitas" pelo que envolvem de amor, de gratuidade, de serviço em favor de um país pobre, como o pude verificar em Fevereiro passado, onde só são abundantes as misérias e a humildade do povo verdadeiramente pobre.
Continuais assim na fidelidade ao projecto de João XXIII, um crente atento aos clamor dos pobres, orientando a Igreja para que fosse serva e pobre, porque só deste modo podia ser mãe e mestra. O Concilio não foi senão na sua intenção, a resposta necessária de amor de uma Igreja serva e atenta ao clamor dos pobres.
Desejo que este dia seja mais um dia de construção de uma Igreja verdadeiramente conciliar que estimule a nossa fé e a procura contínua de novos caminhos na missão”.

(da Mensagem de D. António Marcelino)

Joaquim Batalha